SPOILER FINGERS E CUSTARD! Admito que esperava muito mais de “The Time of the Doctor”. Como um todo, achei-o fraco, decepcionante se comparado aos...

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SPOILER FINGERS E CUSTARD!

Admito que esperava muito mais de “The Time of the Doctor”. Como um todo, achei-o fraco, decepcionante se comparado aos outros dois membros da trilogia do Doctor: The Name e The Day. O brilho do episódio está todo em momentos, referências. Algumas cenas brilham, de fato. Vou começar indicando as…

FALHAS

Prestes a alavancar....Mas não.

Prestes a alavancar….Mas não.

The Time começa muito bem, o Doctor pulando de uma nave a outra sempre com a peça mais errada possível em mãos, um clima descontraído, mas com uma dose de tensão boa pra introduzir-nos à história.  Contudo, a partir do segundo em que a subtrama do Natal dos Oswald ganha a tela, senti um completo mal uso do tempo disponível, 60 minutos, para tantas informações a serem explicadas, tantas outras introduzidas e ainda, com direito a uma regeneração nessa massa de bolo.

Essa subtrama é um bom exemplo de como o Moffat entope a tela com muitas histórias, levando as firulas a serem, por vezes, mais importantes que o desenvolvimento da trama principal. É a primeira vez em que isso me incomoda, sendo a razão bem simples: há um descompasso entre a quantidade de informação passada e o ritmo da história.

Em quase todos seus finales, Moffat nos entulha de resoluções em meio a novos contextos, mas sempre com um ritmo acelerado, fazendo parecer natural não haver tempo para se aprofundar em tudo que vemos. Dessa vez, recebemos informação demais, mas o episódio só ameaça sair da monotonia. Para que os Oswalds? Firula natalina. Weeping Angels? Susto com um dos vilões marcantes da era.

Melhor seria se não tivesse saído da neve.

Melhor seria se não tivesse saído da neve.

Com isso, perdemos a ação em detrimento de narrações da Tasha Lem como fundo de momentos isolados.Esse mesmo artifício funcionou muito bem em “The Day of the Doctor”, graças à complexidade da guerra temporal, mas falhou nessa “hora” porque não tivemos um momento climático que conseguisse sair daquele “balança, mas não cai”.

Regeneração destruidora de Daleks.

Ah! Se os Time Lords usassem isso na Guerra Temporal…

“Perdão, estou um pouco lento.” Essa fala, de uma das cenas finais do episódio, nos remete a isso. E é na mesma que vemos o cúmulo da resolução apressada forçada. Não consigo engolir energia de regeneração sendo usada como arma de destruição em massa de Daleks. Isso foi longe demais.

É como se a história passasse, o episódio se desenvolvesse e tudo que conseguimos enxergar fosse um relance disso. A ação foi pulada, os momentos mais importantes resolvidos às pressas e cenas desnecessárias “pipocaram” para sustentar uma atmosfera natalina e engraçadinha. Entretanto, há também…

ACERTOS

Há diálogos excelentes. Fica difícil escolher qual dos momentos do Doctor foi o melhor. Seja com Tasha Lem, Clara ou “Handles”, simplesmente fantástico. Matt Smith se despede estando impecável. O adeus a “Handles”, foi certamente um bom exemplo de sua qualidade como ator. Claro, não poderia ficar sem falar da relação Doctor x Clara, que aqui mais uma vez é tratada como a de dois amigos, que não viajam juntos todo o tempo. Jenna Coleman continua muito bem no papel.

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“Obrigado, Handles, e bom trabalho.”

Falando em “Handles”, a cabeça de Cybermen foi uma alegoria muito bem aplicada, que conseguiu demonstrar como que, mesmo sem vida, aquele “objeto” consegue causar tamanha comoção no Doctor ao lembrar-lhe de colocar o telefone da TARDIS no console novamente. Ora pois, aquele pedaço de Cybermen foi sua única lembrança de sua vida antes de chegar em “Christmas” e sua companhia durante todo seu tempo na cidade. Uma outra alegoria bem vinda, foi o nascer e pôr do sol, como o próprio Doctor afirma: “Tudo termina, Clara, e mais cedo do que você pensa.”

"É só uma rachadura na parede."

“É só uma rachadura na parede.”

Destaque também para Tasha Lem, Madre Superiora do que acabaria se tornando a Igreja do Silêncio. A personagem foi bem apresentada, sendo uma das heroínas do episódio, afinal, foi ela quem conseguiu prevenir uma guerra, segurar os que pretendiam invadir o planeta e ainda ajudar a exterminá-los, mesmo estando morta e tendo um aparato Dalek em si. Junto com sua igreja, foi responsável por nos trazer a explicação para mistérios vindos da 5ª e 6ª Temporadas.

Explicação que foram acompanhadas pelos flashbacks, que envolveram tanto cenas da 5ª Temporada, o Doctor e seu quarto em “The God Complex”, a volta das rachaduras e a descoberta que os Silents na verdade são padres confessionários. Muito bem colocados. Brilhante.

Assim como a adição do plot da volta dos Time Lords já nesse episódio. Quando “Handles” indica que o planeta era Gallifrey a um Doctor confuso, e quando sabemos que o Último dos Time Lords tem a chance de resgatar seus semelhantes, surge um dilema. Dilema tão grande que faz o Doctor levar mais de 300 anos sem decidir, que leva ao cerco de Trenzalore, que leva a todo o plot da era do 11º! Típico Moffat, onde a causa é consequência da consequência da causa!

"Maltrapilho...Boa noite."

“Maltrapilho…Boa noite.”

O episódio termina com a primeira cena de Doctor Who que me fez soltar lágrimas, a regeneração do meu Doctor moderno favorito. O tom foi perfeito. A trilha sonora tocando “Wake Up” de “The Rings of Akhaten”, que aqui caiu como uma luva.A carga emocional da cena veio toda da nostalgia das boas memórias que temos com esta regeneração, associada às alucinações do Doctor e suas resoluções bem resolvidas quanto à vida e à morte. Vemos fish fingers e custard, o Doctor como conhecíamos, sem roupas de maltrapilho. Foi uma regeneração digna, na qual a troca do rosto do Matt pro Capaldi foi bem veloz, como um curativo sendo arrancado o mais rápido possível, para doer menos.

"Você saberia como pilotar essa coisa?"

“Você saberia como pilotar essa coisa?”

E…CAPALDI! Rins! É interessante notar sua expressão logo após regenerar, perdido, mas ao mesmo tempo cheio de energia. Ele não reconhece Clara ou lembra como pilotar a TARDIS, irônico, se levarmos em conta que segundos antes o Doctor afirmara que jamais esqueceria uma linha daquilo, mas comum, provavelmente efeitos colaterais temporários da regeneração.

Esses foram para mim os momentos dessa “hora” que brilharam, contudo, há também aquilo que não sei se gostei ou não, observações e curiosidades, ou seja…

TODO O RESTO

Bill, é você?

Bill, é você?

O envelhecimento do Doctor em “Christmas” é algo que me deixa em dúvida…foi bom? Precisava mesmo? Ao mesmo tempo em que adiciona carga dramática vê-lo envelhecido, solitário e ao mesmo tempo o único que podia cuidar daquele lugar, não teria sido muito mais a cara do Doctor arranjar um plano em meio a todo esse tempo e conseguir resolver algo?

Seu envelhecimento me trouxe à mente uma possibilidade, afinal, estar fora da TARDIS poderia influenciar na idade aparente da regeneração? Porque, sendo ou não de propósito, o Doctor em sua idade mais avançada parece bastante com sua primeira encarnação.

 

Continuando na trilha das referências, não há como ignorar a citação ao Master e ao próprio Selo de Rassilon, roubado do outro Time Lord na Zona Mortal de Gallifrey, no arco The Five Doctors, ou o Doctor e sua batidinha no nariz, exatamente como sua quarta encarnação. Falando em referências, o Selo de Rassilon ou o 11º batendo no nariz com o indicador, foram prazerosas de ver. Talvez não proposital, mas digno de nota, temos também a semelhança entre o Doctor em seu estágio avançado e sua primeira encarnação e o fato da Clara morar num prédio igual ao da Rose. Talvez seja apenas caracterização de um velhinho e locação repetida, mas quem sabe…

Rose Tyler X Clara Oswald

Rose Tyler X Clara Oswald

A breve participação dos Time Lords de Gallifrey, que deram ao Doctor um novo ciclo de regenerações, nos leva a um novo arco com o Doctor tentando resgatar sua raça ou não? Afinal de contas, será que se Gallifrey voltar para seu universo de origem, não teríamos obrigatoriamente uma outra nova grande guerra?

E mais, como que o Doctor tinha um túmulo em Trenzalore, então? Artimanha de Tasha Lem? Realmente acharam que ele morreu após a explosão na torre?

CONCLUINDO

O episódio se perde em seu ritmo defeituoso, tem bons momentos, atuações e trilha sonora, mas nada disso equilibra o saldo negativo criado. Primeira vez que fico decepcionado com o Moffat e não consigo achar uma justificativa plausível para isso. Ao mesmo tempo, achei a cena de regeneração e a introdução do 12º Doctor digníssimas, sem exageros, no tom ideal.

Dedico o texto ao magnânimo The Tozz, que está se despedindo com este episódio da legendagem de Doctor Who, após 6 anos inteiros dedicados a trazer as melhores legendas em português da série. É também, em si, o fim de uma era.

Gostou? Não? Comente, compartilhe ou até mesmo me procure no facebook para discutir o episódio!

Universo Who

Publicações feitas por colaboradores que em algum momento fizeram parte da história deste site desde 2009, mas que não mais fazem parte do projeto.

  • Angelo

    dezembro 26, 2013 #1 Author

    Concordo que o episódio foi corrido, tive que assistir mais de um vez para entender maior parte. Mas também acho que teve mais coisas boas do que coisas ruins.
    Enfim, que venha Capaldi!

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  • janine

    dezembro 26, 2013 #2 Author

    Fiquei com a mesma sensação. Fui dormir triste já q pela primeira vez, não gostei de um episódio do Moffat. Ainda mais este, que praticamente eu já amava mesmo antes de assistir.
    Concordo com tudo o que foi pontuado na sua review, entretanto, ao contrário de vc, eu gostei do envelhecimento do Doutor. Caiu como uma luva na história pra mostrar o quanto o Doutor se importa com as pessoas. Acredito que ali, um plano mirabolante iria fugir do proposito do episódio, além do mais, ele sabia que Trenzalore seria o seu fim, já que ele ñ tinha mais regenerações. Esta ai a aposentadoria dele.
    Outra coisa que eu amei nisso, foi q eu pude fazer uma ligação com a cena do especial de 50 anos, em que o 4º Doutor aparece velhinho. Quem ñ garante que antes de regenerar, ele ñ tirou uma folga no futuro e foi aproveitar um pouco a velhice. Sei lá, pode ser uma opção.
    E pra finalizar, abre uma grande oportunidade pro Matt participar em episódios comemorativos da série no futuro.

    A cena de regeneração foi linda, ver o Doutor tão exposto e confuso foi muito emocionante. Não tenho o que reclamar.

    Pra acabar, mesmo não tendo amado este episódio, ele tem seus méritos e ainda apresenta algo positivo pra série. O negócio agora é a 8 temporada e o Capaldi que já está me deixando louca de ansiedade e curiosidade pra conhece-lo. Grandes coisas estão por vir para os Whovians!!!

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    • Nicolas Mattos

      dezembro 27, 2013 #3 Author

      Acho que foi meio ruim ele envelhecer justamente se durante essa parte ele for usado para entrar em outro especial, imagino um especial bom como o The Five Doctors, e nele não tinha só os Doutores como foi em The Day Of The Doctor, que só tinha a Clara e o Bad Wolf. Um bom especial seria um com vários Doutores, como visto antes, e suas companions. Claro que não estou dizendo que nenhum dos especiais foram ruins, tirando The Time Of The Doctor que, mesmo explicando muito, deixou muita coisa a ser explicada, como: Bad Wolf, mesmo não gostando da Rose, isso já foi uma estória acabada? Telefonema estranho para o Doctor “Eu não sei, uma mulher me deu o seu numero e disse que era o melhor do universo”,(The Bells Of Saint John) Clara nunca disse quem foi a mulher. Só eu acho que a estória da River não acabou ainda?
      O que tenho a dizer agora é: Amei COMPLETAMENTE as temporadas com o Eleventh, amei ele e suas companions, em especial a Amy 🙂 . Espero muito que ele, e se possível a Amy, voltem para um especial. O primeiro Doutor que esse rosto viu se foi, boa noite, Homem Maltrapilho.

      Responder

      • janine

        dezembro 27, 2013 #4 Author

        Nicolas Mattos, Bad Wolf foi criado, abordado e explicado na era Russel. Terminou quando o 10º regenerou. Acredito q o Moffat só a trouxe para o especial de 50 anos, para alegrar os fans da Rose, já que na linha do tempo do 10º, ele estava preste a ir para o The End of the Time.
        Já a River, mesmo amando esta personagem, ñ quero que ela volte. Pra mim o Moffat já mostrou tudo o q tinha pra mostrar. Queria apenas ter visto o piquenique em Asgard e a Torres Cantantes de Darillium que ela cita nos episódios Silence in the Library e Forest of the Dead. Quem sabe o Moffat ñ colocou um mini episódio no dvd.

        Responder

  • Junno

    dezembro 26, 2013 #5 Author

    Acho que ele deveria ter morrido de outra forma e não de velhice, talvez lutando. As referências foram ótimas, mas teve detalhes na regeneração como a rapidez entre o Matt virar o Capaldi (estava em lágrimas e do nada apareceu aqueles olhos esbugalhados). O episódio em todo foi bem fraco e diferente dos outros especiais, não vi nada muito natalino além da família Oswald. E outra, eu jurava que a velha ia falar algo interessante sobre o Doctor, sei la kkkkkk achei q a velha era relevante.

    Responder

    • Pedro H C Sousa

      dezembro 26, 2013 #6 Author

      Cara, a velha!!! Eu pensei a mesma coisa! Quando vi sem legendas a primeira vez, pensei, “ah, ela tá falando p Clara correr atrás do Doc, sei lá”. Mas aí, veio a legenda e descobri que ela tava falando do peguete dela… só rindo.

      Responder

    • Eduardo

      dezembro 26, 2013 #8 Author

      A rapidez foi pq ele já tinha se regenerado…, aquilo foi só o “sistema” rebootando… Por isso a rapidez, pq a regeneração já tinha acontecido, e por isso também q o matt tava novo aquela hora…

      Responder

    • Luiz Fernando

      dezembro 28, 2013 #9 Author

      Eu ja estava emocionado com a cena, mas nao deu pra segurar quando a ruivinha apareceu, nossa, foi perfeita a cena. sempre gostei muito dela e ver ela aparecer nesse final, “salvou” um pouco. Normalmente os especiais de Doctor Who são sempre muito emocionantes, mas esse como nos ultimos episódios, digo, do 7×6 pra k, nao tem sido muito bons, nao havia muito interação entre clara e o doctor até esse episódio. notei uma leve mudança por parte do roteiro e interpretação dela, mas muito tarde.

      Responder

    • Prata

      dezembro 28, 2013 #10 Author

      Eu tive a impressão que quiseram transformar a avó da Clara num novo Wilfred(avô da Donna).

      Responder

  • Tiago

    dezembro 26, 2013 #11 Author

    Eu achei bom, teve algumas coisas que achei desnecessários, como essa Guerra ter durado uns 600 anos, eu não consigo ver aquilo ter durado tantos séculos, se não fosse pelo fato dele envelhecer, diria que a guerra teria durado no máximo um ano, sem essa coisa de envelhecer.

    E sobre os Oswald’s, acho que porque era natal, tinham que ter colocado cenas de natal para justificar, só que ficou sem necessidade das aparições deles, que seriam melhores aproveitados se o episódio fosse centrado na Clara, espero que eles voltem na 8ª Temporada para serem melhores apresentados.

    Teve algumas coisas boas, as respostas para os mistérios foram o que tinha pensado, e gostei da Jenna no episódio, ela e o Matt estavam ótimos.

    E uma possível referencia na fala da Clara antes do Doutor regenerar “Por favor, não mude.” é parecida com a fala da Sarah Jane antes da regeneração do Terceiro Doutor “Por favor, não morra.”

    Responder

    • janine

      dezembro 26, 2013 #12 Author

      Thiago, eu entendi diferente. A guerra ñ durou 600 anos pois o período em q o Doutor passa em Trenzalore e envelhece, ele apenas enfrentou ataques esporádicos de seus inimigos, mas nada tão grande q o Doutor e os moradores do planeta ñ poderiam resolver. A guerra q ocorre no final do episódio e é a que causa a sua morte e regeneração, está sim deve ter acontecido em pouco tempo, e foi bem mais massiva q os ataques anteriores.

      Responder

  • Fernanda

    dezembro 26, 2013 #13 Author

    Pffff…Pelo que li mais falhas do que acertos, até que enfim estão notando a incompetência do Moffat em fazer uma trama coerente…Pra mim os três últimos ep. deixaram a desejar! (coerência não é com Moffat, vide uma
    River-fantasma de dados, sem corpo, sendo vista, ouvida, tocada e beijada)
    Desde a 6 temporada ele só vem trazendo buracos, com finais toscos. Por acaso explicou neste especial porque a tardis explodiu, porque o silencio precisa de River pra matar o doutor, porque Amy se lembrou do doutor depois que o universo foi reiniciado, mas não de rory quando ele foi sugado pela fenda? O especial de 50 anos pra mim pareceu especial de 5.
    Saudades do Davies, ele fazia tramas simples mas tinha coerência pelo menos, e respeitava regras.

    Responder

    • yasmin

      dezembro 27, 2013 #14 Author

      concordo plenamente , ate q enfim se tocaram q o moffat faz muuuuitos erros , este episódio foi os típicos episódios finais em que o moffat quer explicar a temporada inteira num episódio só, mas desta vez foi pior pois o moffat quis resolver a maioria dos problemas da 5 e 6 temporada num especial de natal!

      Mas eu não posso dizer que o moffat é um péssimo escritor ,isso seria uma mentira, pois acho que o especial de 50 anos foi otimo,não deixou desejar, blink tambem foi otimo, alias todos os episodios que ele escrevia na era russel eram otimos .

      Alguns episodios da 5 6 e 7 temporadas tbm foram bons ,mas num todo deixou a desejar , por exemplo , river song ,nada contra ela,eu a adoro,porem acho que ficou uma coisa chata ela sempre ficar aparecendo ,ficou enjoativo, ela deveria ter aparecido no macimo 4 vezes e pronto . Outra coisa que deixou a desejar foi a segunda parte da 7 temporada , nao gostei , muito bafafá pra essa clara ,achei ela sem sal.

      Voltando a falar do episodio os ultimos 15 minutos foram a unica coisa boa ,somente isso , moffat mais uma vez me decepcionou(nao sei pq tive esperança.Ah! sei sim, foi pq ele arrasou no especial de 50 anos e pq como era a despedida do matt ele iria caprichar) Realmente a parte em que a amy aparece é ,agnifica e o handles é demais …

      ficou a desejar , despedida do tennant bem melhor …

      sentirei falta do matt!

      Responder

      • Pony Lee

        dezembro 29, 2013 #15 Author

        Nossa, voce escreveu exatamente o que pensei sobre o episódio.

        Responder

    • Thayse

      dezembro 28, 2013 #16 Author

      Concordo com você Fernanda! Acho que o Moffat faz ótimos episódios soltos, cheios de emoção mas, como showrunner já não sou muito fã não.. Amei a 5 temporada mas dela em diante foram aparecendo uns furos, umas saídas sem explicação.. E venho me incomodando bastante com o que parece ser uma obsessão dele em querer desconstruir tudo que já foi feito na história do Doutor; é como se ele quisesse renovar, ou inovar o tempo inteiro, em todo detalhe…aí!!

      Responder

      • Rerre

        dezembro 30, 2013 #17 Author

        Nunca encontrei algum furo na história… só acho que o errado é que os episódios fazem uma explicação rápida demais, sem emoções nem nada. As vezes passa despercebido, e nesses casos tive que rever, como por exemplo quando o capitão Jack fala que é conhecido como A Face do Boe, nas legendas estavam traduzidas erradas, mas eu vi desde o começo pra entender melhor.

        Responder

    • Rerre

      dezembro 29, 2013 #18 Author

      Você devia rever a série, porque é tudo bem explicado. Não tem buracos na série, mas é uma questão de raciocínio, mesmo que o roteiro deixe muitas coisas por conta de nossa conclusão.

      Todas as suas perguntas tem uma resposta.

      Responder

  • Luan

    dezembro 26, 2013 #19 Author

    Me senti feliz pela cena de regeneração “de verdade” acontecer na TARDIS. É algo que sempre fizeram, não podia faltar isso. Gritei alto em cenas como a revelação de que o planeta abaixo era Gallifrey, quando dizem que é Trenzalore (ou seja, de lá o Doctor não sai) e finalmente na que a Amy (minha companion favorita) faz sua aparição.

    Achei que a cena que o Doctor fala que não tem mais vidas seria mais impactante se o moffat não ficasse falando isso por aí em entrevistas, e que ele podia falar que gastou 10 vidas das novas que recebeu para acabar com a ameaça dos Daleks em Christmas, pra que quando ele aparecesse na TARDIS novo “de novo”, a gente poderia dizer MESMO que aquele era o 11º doutor. Mas atualmente quem ainda conta, né? hahaha

    Eu por outro lado só amei o episódio. Achei que ele foi bem colocado, com todo o tom de “tudo um dia acaba”. faltou explicarem melhor a necessidade de tanta gente sem roupa, ou colocarem uma barba no Doctor velho, pra todo mundo ficar “Ah, então o papai noel é MESMO em homenagem a ele”. xD

    Por fim, que venha o 12º Doctor! Que eu vou chamar de 13º pq o War doctor contou sim! xD

    Responder

  • Ana Lieuthier

    dezembro 26, 2013 #20 Author

    Minha primeira reação ao ver o 11th velhinho foi de estranheza, mas ao mesmo tempo fez sentido pra mim.
    Primeiro pela questão dele ter fechado a conta entre o total de suas regenerações, estar em Trenzalore, fazia sentido ele entrar em modo de “aceitação”, e se preparar para morrer de velhice mesmo.
    Com o 10th a coisa foi mais violenta mesmo, ele não “tinha vivido o suficiente” – o “I don’t want to go” é emblemático.
    No mais, concordo com o Matheus. Só não digo que fiquei decepcionada com o Moffat. As falhas apontadas neste episódio são as mesmas que costumam me irritar no trabalho dele. Sei lá, as vezes acho que há muita vontade de “falar muito”, mas falta uma pitadinha de amor a mais, pra realmente fazer dar certo o suflê.
    Mas é só minha opinião. =)

    Responder

  • Migs

    dezembro 26, 2013 #21 Author

    Concordo com a inutilidade dos Oswalds na trama, exceto talvez pela cena com a avó da Clara e sua história, que foi tocante. De resto, não vi justificativas para toda a negatividade, questão de percepção, talvez. O episódio foi corrido mesmo, mas não achei com problema de ritmo. Talvez o problema esteja na expectativa, eu me senti assim com The Day of The Doctor da primeira vez que assisti. Nesta eu estava com ela “sob controle”, então pude aproveitar mais, talvez.

    Sobre a energia da regeneração como arma de destruição, bem… todos vimos o estrago que ela fez na TARDIS na mudança do 10º pro 11º. Se levarmos em conta que ele recebeu uma nova safra de energia e ela estava transbordando por todos os poros dele, não acho de todo implausível.

    Abraços!

    Responder

  • mateus

    dezembro 26, 2013 #22 Author

    vocês perceberam algumas coisas na vó de clara, o anel dela e o mesmo da amy, e ela fala algumas coisas bem interessantes, to achando que tem mais alguma coisa na vó de clara.

    será que ela e a…

    tamtamtatam

    Responder

  • Sabrina

    dezembro 26, 2013 #23 Author

    Não sei, apesar de ter achado disperso, não consigo ficar realmente decepcionada com este episódio. Claro, concordo com todas as falhas apontadas, também senti o tom apressado, mas mesmo assim acho possível ignorar um pouco isto. Talvez seja um excesso de análise de minha parte, mas a sensação que “The Time of the Doctor” me passa é de que Moffat não queria que o Doctor ganhasse o novo ciclo, “recomeçasse” sua vida, de forma violenta.
    Posso novamente estar errada, mas com excessão da primeira, nenhuma regeneração foi por causas naturais, foi? Ele é envenenado, atingido, sobrecarregado, mas somente no começo conseguiu se regenerar devido à idade avançada; agora, terminando esse ciclo, parte para o próximo desta maneira.
    Isto me fez ficar feliz com o episódio, roteiro fraco ou não. Achei um belo encerramento da participação do Matt, muito mais pacífico que os outros. E gostei disto.

    Responder

  • Luana

    dezembro 26, 2013 #24 Author

    Essa coisa do túmulo dele me deixou intrigada. Primeiro eu pensei que talvez seja lá mesmo que ele morrerá, mas no futuro. Mas agora eu tô confusa…
    Eu acho que gostei do episódio, no fim das contas. Reconheço que não foi todo perfeito, mas acho que tava difícil mesmo superar os dois últimos. E eu também não sei por que resolveram envelhecer o Matt, mas palmas pra quem fez, foi um trabalho brilhante.

    Responder

  • Nick

    dezembro 26, 2013 #25 Author

    Ainda tem a parte que o Valeyard ta perdido no meio disso tudo, segundo o mestre ele estaria chegando agora mais ou menos.

    Responder

    • Rerre

      dezembro 30, 2013 #26 Author

      Eu acho que o Master estava falando sobre regenerações, e não a contagem dos “Doctors”.

      Responder

  • Fabricio Bezerra da Guia

    dezembro 26, 2013 #27 Author

    Teve gente que reclamou da regeneração.Eu gostei,kkkkkk foi legal.Como alguem disse nos comentários achei q a velha fosse dizer algo de relevante.Podia ter tido mais referencias ao Natal em si (dica ,o Matt Smith podia passar as férias lá na capital Rio Grande Norte).O episódio se perdeu mesmo no ritmo,mas mesmo assim foi bom.

    Responder

  • Larissa Macêdo

    dezembro 26, 2013 #28 Author

    O Doctor construiu algo pro pai de um menino, em Trenzalore, que seria maior por dentro. Poderiam ter feito uma homenagem, caracterizado de TARDIS e feito um monumento. Ainda assim, pq a timeline do Doctor estava lá dentro? Acho que ele pode ter se apegado e voltado no final da vida para lá. Ou o tempo foi reescrito. Aguardemos os próximos episódios.

    Responder

    • yasmin

      dezembro 27, 2013 #29 Author

      odeio quando o moffat faz o tempo ser reescrito

      Responder

  • Marcel

    dezembro 26, 2013 #30 Author

    O que mais me perturbou durante o especial foi justamente a solução para o problema das regenerações. Ao contrário, por exemplo, de outros episódios onde o Doutor dava um “nó tático” no universo, achei uma solução bem “Deus Ex Machina”.

    No mais, apesar de ser bem abaixo do The Name of the Doctor e do The Day of the Doctor, o saldo final ainda foi positivo. Mas dessa vez, o Moffat escorregou. =/

    Responder

  • Kate Girl

    dezembro 26, 2013 #31 Author

    Atuações incríveis…como sempre..,mas o episódio deixou a desejar.Acho que tentaram passar que o Doctor teve uma vida plena e voltada aos humanos nos seus últimos séculos,mas achei bem piegas. Achei quase sem sentido ele não resolver trazer seu povo de volta.Era sim ou não…caramba….
    Levei um basta susto na finalização da regeneração…Doc Capaldi apareceu tão rápido que quase morri…rs…

    Responder

  • Ricardo V. J.

    dezembro 26, 2013 #32 Author

    Parabéns pelo blog. Descobri semana passada e estou adorando. Tudo que sempre quis saber e ver.
    Concordo com tudo que você escreveu. Teve muita coisa desnecessária mesmo. Ainda mais esse Doctor com tantos episódios interligados, ter “morrido” e não morrido, ter enfrentado tantos paradóxos de se salvar e se reencontrar, mudar o próprio futuro tantas vezes(isso já tinha ocorrido na série?.
    Quando começa a temporada nova?
    Abç

    Responder

  • Pedro H C Sousa

    dezembro 26, 2013 #33 Author

    Concordo com tudo. Só acho que sobre o túmulo do Doctor em Trezalore continua estando lá. Quando o Doc e Clara foram a primeira vez ao planeta, isso foi no futuro, séculos, milênios, sabe-se lá quanto tempo depois. O Doctor pode – e vai – ter morrido a qualquer época e em qualquer regeneração. Então não dá para saber muito sobre. Só se sabe que ele será enterrado lá, mas não se sabe quando. Pode ser o Capaldi ou pode ser outro. Quem sabe?

    Responder

    • Nicolas Mattos

      dezembro 27, 2013 #34 Author

      Se eu entendi, essa estória de tumulo foi resolvido pela rachadura 🙂

      Responder

      • Daniel Moreira Soares

        dezembro 31, 2013 #35 Author

        Exatamente. O tumulo do Doutor ESTAVA em Trenzalore. Como a Clara pediu: “Doutor, mude o futuro!”

        Pelo menos até agora foi isso que aconteceu! Ele ia morrer ali, mas a não morreu.

        Responder

  • Tay

    dezembro 26, 2013 #36 Author

    Achei o contrário..

    o Day of the Doctor me decepcionou muito mais. Aquele sim era pra ter um clima mais saudoso, mas foi confuso, cheio de informações desnecessárias… Acho era o tipo de episódio que o Russel T. Davies mandaria melhor.

    Já esse achei muito bom. Justamente ao contrário de vc, não gostei da regeneração em si (rapidinha como foi), mas amei o episódio.
    E talvez seja por ser o seu Doctor preferido, mas apesar de eu amar o Matt, fiquei emocionada, mas não derramei uma lágrima, talvez porque estivesse muito ansiosa pelo Capaldi. Já com o Christopher eu chorei um pouco e na regeneração do Tennant eu perdi o fôlego de tanto chorar (acho que ele ter regenerado sozinho contribuiu pra ter sido tão triste).

    opiniões, opiniões…

    Responder

  • Deleon

    dezembro 26, 2013 #37 Author

    Achei o envelhicimento do Doctor um tanto desnecessária.. Mas todos os erros foram compensados na cena da regeneração, principalmente com a aparição de Amelia Pond, mostrando que o Doctor nunca se esqueceu da garotinha que o esperou no jardim.

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  • Rodrigo

    dezembro 26, 2013 #38 Author

    Não sei porque, mas vendo e revendo o episódio, percebi que ele se assemelha – em questões – ao de regeneração do décimo pro décimo primeiro. Uma das coisas que me fazem achar isto, está no fato da regeneração esculhambada, que na outra destruiu a TARDIS e nessa uma frota Dalek – na próxima vai acabar com o Universo provavelmente -, o fato de novamente ocorrer a mesma devido aos Senhores do Tempo, enquanto o Décimo fez de tudo para impedir a volta deles e acabou salvando o Wilfred e tendo que regenerar para não morrer, o Décimo Primeiro fez o mesmo impedindo eles de voltarem e dando a vida pelos habitantes de Natal. A parte de mandar a Clara de volta para casa, duas vezes, me lembrou bastante também o que o Nono Doutor fez com a Rose para salvá-la em The Parting of the Ways.
    E para terminar, o momento desorientado do Décimo Segundo sem saber como pilotar a TARDIS ou lembrar de Clara, me fez recordar da hilária regeneração do Terceiro para o Quarto, e a forma como o meu Doutor preferido agiu com a nossa querida e saudosa Sarah Jane e com o Brigadeiro. Podem ter sido apenas coincidências, claro. Mas ao menos me fizeram lembrar destes momentos.
    De resto, acho bem que o episódio foi mediano, em comparação ao The Day e The Name, esse realmente foi bem inferior, muito apressado e no final das contas, ficou difícil apreciar muitos momentos que poderiam ter sido mais bem detalhados enquanto outros poderiam ter sido postos para fora, pois foram bem desnecessários.

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    • Taiko Aranha

      dezembro 27, 2013 #39 Author

      Creio que a radiação que ele guardou dentro de si por muito tempo fez com que sua regeneração para o Décimo Primeiro fosse tão destruidora, já essa regeneração de destruir Daleks do décimo primeiro para o décimo segundo foi um tanto exagerada, não vejo explicação, a não ser que, pelo fato de ser um novo ciclo, essa regeneração tenha sido tão poderosa.

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    • yasmin

      dezembro 27, 2013 #40 Author

      é bem capaz o universo acabar e o moffat dizer q o tempo foi reescrito e que nada disso aconteceu

      Responder

  • Cammy

    dezembro 26, 2013 #41 Author

    Concordo plenamente… Foi até mais fácil se despedir do Matt com um episódio mediano, mas me emocionei na despedida e na aparição de Amy (só eu acho a Clara um saco??)…. Matt com a atuação incrível como sempre.

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    • Cammy

      dezembro 26, 2013 #42 Author

      Ah, tbm achei menos dolorido me despedir do Matt já tendo sofrido bastante com a separação dele dos Ponds…

      Responder

      • Taiko Aranha

        dezembro 27, 2013 #43 Author

        Eu gosto da Clara. Eu gosto muito do Matt, mas gosto mais do Tennant, por isso foi fácil pra mim me despedir dele. Mas a cena dele retirando a gravata borboleta, ali foi… não sei, sem palavras.

        Responder

  • Gustavo

    dezembro 26, 2013 #44 Author

    Não foi nem de longe o melhor da série. Não chega aos pés dos dois últimos. Porém ele só acrescentou a série, devido a suas conclusões, no estilo que foi essas 3 últimas temporadas, como foi apontado no review. E por isso não é ruim.
    Agora sobre o que é importante, Capaldi e o futuro. Não sei, mas tenho a impressão que ele será um extraordinário Doutor. Tomará que eu esteja certo.
    E tenho pra mim que Gallifrey retornará muito em breve.
    Duro é ter que esperar tanto tempo para descobrir.

    P.S.: A aparição da Pond fechou a “Eleven Hour” com chave de ouro, junto com o que foi comentado na review e nos comentários.

    Responder

  • Emmanuella

    dezembro 26, 2013 #45 Author

    Ah, o lado ~Crítico Cinematográfico Profissional~ que aflora em todos sempre que um episódio importante é exibido… Opinião é uma coisa tão pessoal. O que um achou certo ou errado dificilmente será o que o outro achou certo ou errado, e não quer absolutamente dizer que qualquer um esteja certo ou errado a respeito de nada.

    Pessoalmente, achei uma boa novidade o Doutor, uma vez na vida, ter morrido de velhice. Velhice pura, simples e tranquila. Ele já estava tão cansado, como ele mesmo vinha demonstrando de um tempo pra cá (todos se lembram do discurso em The Rings of Akhaten). Isso explica a “falta de ação” dele na guerra. Ele já estava conformado em ter que morrer naquilo, já sabia que não haveria mais regenerações depois aquilo. E quando ele recebeu a “ajudinha” dos outros Senhores do Tempo, foi a única vez em que ele se regenerou de bom grado: ansioso pelo que vinha pela frente. Isso vai tirar aquela aura sempre triste que ele tinha desde a 9a encarnação, e vai se assemelhar, acredito, mais com o que ele era na série clássica. Não é só uma mudança de atores – é sempre o fechamento de um ciclo. A despedida fez jus. Procurem assistir às coisas com a mente um pouco mais desligada do que a gente espera que seja.

    Responder

    • Matheus Carvalho

      dezembro 26, 2013 #46 Author

      Ele morreu de velhice em 1966, ele já morreu de bom grado inúmeras outras vezes. E não tem lado crítico cinematográfico, apenas uma resenha expondo minha opinião. Opinião pessoal, assim como o que você expôs em seu comentário, minha cara.

      Responder

      • Emmanuella

        dezembro 26, 2013 #47 Author

        Calma, bem, quando eu citei os “Críticos Cinematográficos Profissionais” estava me referindo a mim também. Você expôs sua opinião, eu expus a minha. Todo mundo gosta de expor opiniões. Só que você não está certo (a não ser quando disse que ele morreu de velhice na primeira regeneração, isso está realmente certo e me fugiu), e nem eu, e nem ninguém aqui. Só tem um monte de gente dizendo do que gostou e do que não gostou. Não é bom saber que tem gente que pensa diferente? Vejo tanta gente mudando de ideia sobre as coisas só porque todos pensam diferente delas que me entristece. Mas, enfim, é como dizem. Opinião é que nem, bom, aquele certo orifício. Dê demais e sinta a ~butthurt~.

        Responder

        • Matheus Carvalho

          dezembro 28, 2013 #48 Author

          Não quis parecer “nervoso”, perdão. Mas obrigado pelo comentário e por expor sua opinião. Sempre bem vindos.

          Responder

      • Clayton Steven

        dezembro 27, 2013 #49 Author

        A Resenha do Matheus foi otima, nem vou comentar por que já sinto que minhas indignações e aplausos foram muito bem ditos por ele. Qualquer Whovian, qualquer pessoa que conhece a serie, percebe que esse episodio deixou a desejar, o Moffat errou feio em muitas coisas, mas nos deixou um gostinho do que estar por fim

        Responder

    • Guilherme

      dezembro 27, 2013 #50 Author

      O War Doctor também não morreu de velhice?

      Responder

  • Fred

    dezembro 26, 2013 #51 Author

    Concordo com tudo que foi dito no artigo, só que uma outra coisa me irritou mais ainda: se o décimo já havia se regenerado com a mesma cara uma vez, por que então ele ficaria com tanto medo de morrer já que ele poderia fazer a mesma coisa de novo? Isso foi forçado e besta, dando a impressão de que não aguentaram esperar mais uma regeneração antes de inventar uma desculpa (que poderia ter sido melhor elaborada) para o prolongamento da vida do Doctor/Doutor(sei lá qual a melhor forma de nomeá-lo).

    Responder

    • Pedro H C Sousa

      dezembro 27, 2013 #52 Author

      Juro que não consigo lembrar dessa regeneração do décimo que ele voltou com a mesma cara. Seria o Metacrisis???

      Responder

    • Letícia

      dezembro 27, 2013 #53 Author

      Ele não regenerou com a mesma face simplesmente porque ele quis, foi porque ele tinha a mão dele… Isso foi explicado quando isso aconteceu. Se você não deveria pesquisar mais antes de criticar.

      Responder

    • Taiko Aranha

      dezembro 27, 2013 #54 Author

      Creio que a regeneração do décimo para ele mesmo não foi intencional, por isso agora ele não fez de novo. E eu o chamo de Doutor, pois estamos no Brasil, também chamo de Chave de Fenda Sônica, e não Sonic Screwdriver. É assim, não gosto quando vejo um episódio legendado e lá está “Doctor”, é Doutor, minha gente!!!

      Responder

      • renato

        dezembro 28, 2013 #55 Author

        tambem tenho um certo desprezo por essa “mistureba” de linguagem, querendo ou nao está desrepeitando tanto uma lingua quanto outra.

        Sobre a regeneração, foi não intencional (apesar dele brincar nessa como se ele queria realmente manter a cara), devido a ele redirecionar parte da energia pra mão (o que causa o meta crisis depois) serve pra curar o corpo dele, mas nao modificar.

        Responder

        • Matheus Carvalho

          dezembro 28, 2013 #56 Author

          Desrespeitando uma língua? Gente, uma língua é um meio, um processo constantemente em modificação, algo fluido, não se trata de uma entidade sólida e resistente a mudanças, como a gramática em si. Antes de falar de desrespeito à língua, entendam melhor o que é uma. (Se isso soar arrogante, perdão.).

          Responder

      • Taiko Aranha

        dezembro 28, 2013 #57 Author

        Eu mesmo não desrespeito língua nenhuma. Eu entendo também sobre o estrangeirismo, mas existem algumas coisas que não tem necessidade de ser mantido no idioma original, e sim traduzido para o nosso.

        Responder

      • renato

        dezembro 28, 2013 #58 Author

        “desreipeito” pra mim existe sim, se voce está legendando o video em portugues manter falas e estrangeirismo em palavras que tem uma tradução simplesmente por “frescurite” (digo isso para legenda de anime ou o que for) pra mim é uma falta de respeito.

        não tem por que se manter a palavra Doctor, se ela tem uma tradução que significa a mesma coisa, é simplesmente uma mania de fã-legenda inutil, assim como Oni-chan dos animes, que pode muito bem e melhor traduzido como irmãozinho, mas nao fazem nao pra manter algum sentido na frase ou por que nao tem tradução, mas por simples “frescurite cult”.

        Responder

        • Matheus Carvalho

          dezembro 28, 2013 #59 Author

          Hahahahahaha. Frescurite-cult será então. Frescurite é a sua em querer estabelecer padrões necessários. Prefiro Doctor, Master, Time Lord, Sontaran e Silurian por razões de que você entende o que diabos está sendo dito, não entende? Pronto.

          Responder

      • Tay

        dezembro 28, 2013 #60 Author

        This!!

        Se quer acabar com estrangeirismos então vamos parar de andar de bike e andar de bicicleta, usar abajur ao invés de luminária e sutien ao invés de … sei lá, suporte para seios, comer hamburguer ao invés de pão com carne processada, assistir a MTV e a HBO e sim eme-tê-Vê e agá-bê-ó…
        etc, etc..etc…

        Nomes são nomes.. Se eu fosse morar fora do Brasil não gostaria que adaptasse o meu nome para a língua deles, por exemplo…
        Quer dizer, pra quê procurar pelo em ovo, minha gente? A história é que importa e a legenda não atrapalha.

        Fora que me daria uma agonia do cacete ler Chave de fenda sônica enquanto ouço o DOCTOR diz Sonic ScrewDriver…

        Responder

      • renato

        dezembro 28, 2013 #61 Author

        Thais, e eu realmente uso tudo isso que voce disse, sou brasileiro, e uso os termos brasileiro quando eles existem, e se a coisa esta sendo adaptada para nós tem que ser totalmente, o que é dito nao tem que ser o que é escrito, por que assim nao existiria legendas em outras linguas a nao ser a da propria lingua dita.

        Matheus, em momento algum eu disse que estava estabelecendo algo, que devia ser seguido, a partir do momento em que digo “tenho” e “eu” fica claro que é o meu simples ver do bom e não algo cientificamente provado ou obrigatorio, em todo momento usei o termo referindo somente a MIM, achei que não precisaria escrever que isso é só minha opnião, por que quando se refere a si proprio isso meio que fica claro, esqueço que na internet a interpretação esta em falta.

        Sei que nao existe nenhum tipo de lei conta isso, mas EU prefiro ler DOUTOR, por mais que esteja sendo dito doctor, Sontarans e Silurian pelo que sei não tem tradução, são nome de raças e isso é aceito,ou o certo seria traduzir pra sontarianos? nao tenho certeza no caso, agora algo como um termo como Doutor e Master não tem sentido em nao traduzir, é simples mania da internet, mania de que “o original é melhor” ou “o inglês soa melhor”, e se alguem realmente não sabe o que Doctor ou master significa(improvavel), ou Sonic screawdriver melhor dizendo diferente dos outros essa não é uma palavra que se ouvi com rotina em qualquer coisa em ingles, a pessoa pode não entender que aquilo ali é considerado uma chave de fenda, e achar que pode ser outra coisa, a pessoa pode nao saber o que é Screawdriver (nem sei se estou escrevendo correto) ou Sonic, não é por que a pessoa esta na internet que ela esta por dentro do vocabulario ingles.

        Responder

        • Matheus Carvalho

          dezembro 29, 2013 #62 Author

          Silurian = Siluriano. Vem do período geológico, etc. Perdi meu saco pra isso. Obrigado pelo comentário.

          Responder

      • John Jesse

        janeiro 6, 2014 #63 Author

        Arrogância em querer traduzir itens e apelidos. Chame a série de Doutor Quem então. Se quer que uma série que já é sinônimo da cultura inglesa, seja ‘abrasileirada’, vá assistir a novela das 9.

        Responder

    • Cristiana Sbardella

      fevereiro 20, 2015 #64 Author

      Eu falo os termos do jeito que eles fixam na minha cabeça XD É tanta gente gritando “DOCTOR!” que na minha cabeça é “Doctor” e pronto… Eu não chamo pelo nome que tá escrito.
      E vale o mesmo pra “Sonic Screwdriver”…

      Por mim, tudo bem traduzir nas legendas se quiser. Tem gente que prefere. Eu acabo usando o termo em inglês porque presto mais atenção no que eles estão falando do que no que tá escrito na legenda.

      Responder

  • Tay

    dezembro 26, 2013 #65 Author

    Só pra acrescentar… Esse episódio falando muito sobre a volta dos Time Lords… e no Day of the Doctor o Capaldi aparecendo no final… Vejo Moffat aprontando…

    Responder

  • Ana Emília

    dezembro 26, 2013 #66 Author

    Gostei do episódio, mas também achei corrido. Desde que o Moffat anunciou o fim dos episódios duplos tenho a sensação de que os seasons finales e especiais como esse acabam corridos.

    Esperava me emocionar mais, afinal amo o Matt. Mas rever minha querida Amy Pond foi lindo!!!

    P.S.: tem um errinho no final quando o Doctor diz ao menino que tem um plano, mas depois afirma para a Clara que não há plano. E o campo da verdade?

    Responder

    • Mayra

      dezembro 26, 2013 #67 Author

      Não acho que tenha sido erro (porque seria visível demais) acho que era simplesmente pra mostrar quão velho e levemente gagá ele tinha ficado, provavelmente quando ele disse que tinha um plano ele até acreditava que tinha, embora não fosse um plano de verdade, ele só pretendia sentar lá e morrer de velhice na frente dos darleks. Não era uma mentira, era uma confusão da sua cabeça já cansada.

      Responder

    • mponcci

      dezembro 27, 2013 #68 Author

      O menino não fez uma pergunta se ele tinha um plano.A explicação seria que o campo da verdade força quando há uma pergunta. O menino avisou da chegada dos Daleks, e ele falou que tinha um plano. Não houve pergunta.

      Acredito que seja isso.

      Responder

    • Letícia

      dezembro 27, 2013 #69 Author

      Verdade, nem tinha percebido esse erro aí hein…

      Responder

    • Kate Girl

      dezembro 27, 2013 #70 Author

      Acredito que ele não estava mentindo,mas sim sofrendo de demência senil.

      Responder

    • Taiko Aranha

      dezembro 27, 2013 #71 Author

      Não sei, mas em um momento do episódio, não lembro qual, indiretamente, e subentendido, aparentemente foi desativado o campo da verdade apenas para o Doutor, não tenho certeza.

      Responder

      • renato

        dezembro 28, 2013 #72 Author

        “melhor ficar calado até se acostumar”.

        Doctor viveu sobre 600 anos embaixo do campo, possivelmente ele ja conseguia “ignorar” ele.

        Responder

      • Taiko Aranha

        dezembro 28, 2013 #73 Author

        Vai ver foi isso mesmo, renato.

        Responder

    • Panda

      janeiro 2, 2014 #74 Author

      Na verdade, o que ele fez foi apenas modificar o campo onde a verdade era aplicada.
      O plano ao qual ele poderia estar se referindo era simplesmente o de dizer que tinha um plano e com isso acalmar as pessoas. Não deixa de ser um plano, mas não para solucionar o problema dos Daleks, só o problema de ter uma criança preocupada.
      Isso se chama omissão =P

      “Mas tio, logo em seguida ele fala que não tem um plano!”
      Aí sim ele tá se referindo à um plano para acabar com os Daleks.

      O costume ao bagulho de verdade é simplesmente aprender a omitir, e não à não ser afetado por ele.

      Responder

  • Mauro

    dezembro 26, 2013 #75 Author

    Eu não poderia discordar mais sobre a review dizendo que foi um episódio mediano. Mas paciência – ninguém tem a obrigação de amar sempre.
    Não consigo achar ruins ou medianos episódios que botam para a frente os enredos principais da série como um todo. Achei sensacionais The Name, The Day e The Time. Outros episódios com histórias isoladas, esses sim as vezes encontro episódio medianos e até ruins.

    Responder

  • Julio

    dezembro 26, 2013 #76 Author

    Tiveram apenas uma ou duas coisas que eu não gostei no episódio, porém que não o estragaram, para mim pelo menos. eu também achei os Oswalds meio desnecessários, mas nada que realmente comprometesse o episódio. Outra coisa para a qual ainda torço o nariz foi a grande explosão da regeneração na torre. Porém, de novo, para mim nada disso ESTRAGOU o episódio, só tirou um ou dois pontos.
    E sobre o Peter, pela entrada dele, já posso ver que vou gostar muito dele como um Doctor, e eu acho que o motivo dessa “amnésia” depois da regeneração, é, realmente, algum efeito colateral temporário, assim como aconteceu com o oitavo Doctor no filme.

    Responder

  • Mayra

    dezembro 26, 2013 #77 Author

    Concordo, também não achei o episódio no mesmo nível que os últimos e o plot foi corrido e, algumas vezes, desnecessário.
    Honestamente, só eu não engoli a desculpa que Gallifrey tá do outro lado da rachadura? Fico me lembrando de ‘eleventh hour’ onde se ouvia uma voz em busca do prisioneiro zero do outro lado e isso, pra mim, não fez muito sentido.

    Responder

  • Ana

    dezembro 26, 2013 #78 Author

    Estava esperando mais desse episódio. Achei bastante corrido, com partes mal usadas e algumas meio inúteis (como os Weeping Angels). O cerco a Trenzalore podia ter sido melhor explorado, mais desenvolvido.

    Nas referências, fiquei imaginando se a tal capa de mágico que ele aparece logo na primeira cena não seria uma referência ao 3º e se a bengala tbm não seria um retorno ao 1º.

    Quanto a Clara, além do prédio ser igual ao da Rose, o role do 11º enganá-la pra Tardis levá-la embora enquanto ele fica na briga me lembrou bastante o 9º e o fim da 1ª temporada (e tbm o fato da Clara voltar por conta própria e de “ver” o vortex). Sempre me apareceu que haviam muitas semelhanças e referências a Rose nos episódios da Clara.

    Responder

  • Guilherme

    dezembro 27, 2013 #79 Author

    Como assim ele ficou surpreso quando soube que era Gallifrey?Ele esqueceu do que fez em “The Day of The Doctor”?

    Responder

    • Matheus Carvalho

      dezembro 27, 2013 #80 Author

      Ele não tinha certeza se eles tinham conseguido salvar Gallifrey, por isso a surpresa.

      Responder

  • Douglas

    dezembro 27, 2013 #81 Author

    Eu achei o episódio fantástico, se duvidar um dos que mais gostei da era Moffat, mas eu esperava ainda mais. Não sei bem definir o que senti… Foi corrido? De certo modo foi, mas tá tudo bem explicadinho, é só prestar atenção,então esse não foi o problema. No fim eu senti um vazio, como se faltasse alguma coisa. E até agora não sei o que era.
    Talvez porque eu esperava algo do nível do The Day of The Doctor, mas foi inferior.

    Responder

  • Mateus

    dezembro 27, 2013 #82 Author

    Gostei do episodio! mas tenho uma duvida se o The Tozz nao vai mais legendar doctor who, como vamos fazer ?
    gosto da legenda dele. 🙁
    espero q o próximo tenha a msm velocidade dele ou mais rapido! hehehe
    Obrigado pelas legendas the tozz deixou mtos whovians felizes!

    Responder

  • Gabriel

    dezembro 27, 2013 #84 Author

    Ana acho que o plano dele era morrer salvando eles, uma vez que estavam lutando (e morrendo) para protegê-lo.

    Responder

  • Leandro Marchiori

    dezembro 27, 2013 #85 Author

    Sei que o Moffat não gosta, mas o maior problema desse episodio, foi ele ser apenas um episodio, tinham que ser dois, poderiam explorar mais o tempo que ele passou em Christmas. Não tivemos tempo para nos apegar ao garotinho (que já nem lembro o nome)

    Mas realmente achei a “troca” muito bonita, a Amy aparecendo novamente, e os detalhes no discurso do Doctor

    Assim como não era o Doctor e sim o Tennant falando “Eu não quero ir” erá o Matt falando “eu sempre lembrarei de quando o Doctor era eu”. Essa frase tem um peso muito grande, afinal o ator coloca muito dele ali, ele define a personalidade do Doctor, o Matt Smith era Doctor assim como o Doctor foi o Matt Smith. Achei demais essa frase e ele em seguida tirar a gravata.

    Responder

    • Taiko Aranha

      dezembro 27, 2013 #86 Author

      Realmente, pensei tudo isso também, nesse momento.

      Responder

  • Lucas

    dezembro 27, 2013 #87 Author

    Concordo quanto os Oswalds e umas firulas de natal , MAS acho que na verdade eles só foram adicionados porque fez se o acordo que o matt sairia no episódio de natal. Já que não haveria tempo de adicionar essas novas informações no especial de 50 anos, e duvido que a BBC, depois de um ano tão cheio de investimento com Doctor Who, toparia fazer um especial de natal e um episódio especial da saída dele, e como é tradição episódios de natal de séries da BBC, principalmente as maiores, acho que ficou meio que decidido isso por parte da empresa. Duvido que nas ideias iniciais do Moffatão, a história se passaria no natal, com certeza o minimo que a história da regeneração precisava era que fosse depois do especial de 50 anos pra introduzir o War Doctor. Antes disso não rolaria.
    também não curti tanto os weeping angels (que são os meus monstros favoritos da série depois dos daleks) que parece que estavam alí só para dizer que todos os grandes inimigos do Doctor estavam alí.

    Quanto a energia de regeneração sendo usada para destruir a nave dos daleks, bem, EU GOSTEI MUITO! Ficou uma cena meio apelativa em alguns sentidos? Talvez. Mas achei uma melhor forma de gasto dessa energia do que queimar toda a tardis e ficar naquela cena de mimi eterno de ‘own o doctor tah regenerando meu deus o q vamos fazer awwwwn’que foi a regeneração do 10th pro 11th. Apesar que o momento do reset que o 11th deu para poder vivenciar por um ultimo momento sua ultima regeneração, que a Amy apareceu, e o discurso, bem, isso toma o lugar de mimimi antes de se regenerar do 11th. Apesar que foi feita d euma maneira melhor que o do 10th. Enfim.

    Uma coisa que me incomoda no Moffat, mesmo seu sendo MUITO fã dele, é como em alguns casos, ele explica tudo direitinho e vai dando pistas q agente nem percebe, e quando a gente vê, elas explodem na nossa cara, mas outras coisas não tem um porque e são simplesmente JOGADAS! Por exemplo a cabeça do Handles que foi jogada com uma explicação curtíssima (apesar que as cenas com ele ficaram fantásticas). AMy virando uma modelo do nada, depois vira uma jornalista. Clara virando professora sendo que antes ela era só uma babá…. Enfim, as vezes parece que o Moffat planeja toda a estrutura com muito detalhe, mas na hora de executar, os furos ele joga artifícios criados na hora. Quer dizer, dava para ter dado uma introduzida ao Handles mostrando ele sei lá, no mercado de Akhaten… Não vou entrar em detalhes…
    mas eu realmente adoro o que o Moffat afz com a série, prefiro ele muito mais como showrunner da série do que o RTD.

    No fim, paara mim foi um episódio que excedeu minhas expectativas. Não foi um episódio perfeito, mas cumpriu para mim o seu papel….

    Responder

    • Taiko Aranha

      dezembro 27, 2013 #88 Author

      Não lembro qual é a explicação do Handles. Você poderia me recordar?

      Responder

  • mponcci

    dezembro 27, 2013 #89 Author

    Só uma coisa me preocupa.

    A perda de memória do próximo (sabe-se lá o número) Doctor. Para eles inventarem que a linha do Doctor anterior se perdeu é um pulo. Sério, eu paro de assistir a série se isso acontecer. O que prende o público de Doctor Who é justamente uma sequência que já dura 50 anos. No máximo uma perda temporária de memória (o que já seria chato) invocando uma ironia com as últimas palavras do Matt.

    No mais, uma dúvida: quando o décimo se regenerou sem mudar de rosto??

    Responder

    • Leandro Marchiori

      dezembro 27, 2013 #90 Author

      O Tennant regenerou no Tennant usando a mão dele, no final da quarta temporada

      Responder

    • janine

      dezembro 27, 2013 #91 Author

      Quando assisti pela primeira vez, tbém fiquei com esta mesma dúvida, mas depois percebi q foi só uma confusão de momento. Anteriormente, o Doutor já sofreu desta mesma confusão depois de regenerar, mas voltou ao normal logo após. Então relaxa e ñ desiste. A era Capaldi promete!!!

      Responder

    • Juliano

      dezembro 27, 2013 #92 Author

      Na Meta-Crisis

      Responder

    • Lucas

      dezembro 28, 2013 #93 Author

      Durante a série clássica e a nova, após as regenerações, o Doctor reagiu diversas vezes de formas diferentes. Exemplo: O 8th perdeu a memória, o 10th ficou horas inconsciente… Não acredito que a série vai apartir de agora excluir tudo aquilo que levou 50 anos contruindo pela série de TV, livros, audiobooks, hqs… Ainda mais com o MOffat como showrunner (já que a ideia inicial da primeira temporada do RTD era a série recomeçar do zero, sorte a nossa que ele desistiu!)

      Sobre a segunda regeneração do Décimo, foi no Ebnd of Time. Quando ele reencontra a Rose um Dalek atira nele, e ele se regenera(http://www.youtube.com/watch?v=–YRDDdp7_o), só que, os time lords podem sim se quiserem controlar sua regeneração( Como a Romana fez em um arco do 4th doctor, simplesmente regenerou porque quis sem nenhum motivo aparente, e com aspectos fisicos que ela escolheu. Sem falar que eles também podem ser induzidos, como ocorreu com o 8th que acabou virando o War Doctor xdepois de toamr uma poção que escolhe os aspectos fisicos ep sicológicos de um time lord..) então ele resolveu se regenerar com a mesma aparencia da sua ultima regeneração. E aproveitou e colocou a energia da regeneração na mão dele que foi decepada no Christmas invation, o que acabou criando um clone do Doctor, e dando parte dos poderes de um timelord para a Donna. Sinceramente, eu sempre achava q isos contava como regeneração, mas todo mundo dizia q eu era burro e que não contava…

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  • Renato Calmeto

    dezembro 27, 2013 #94 Author

    Gostei bastante do episódio, mais até do que o Day of the Doctor. Só achei 100% forçado o Deus Ex Machina que foi a regeneração, mas também a gente não sabe o que os Senhores do Tempo tiveram que sacrificar para dar essa nova vida ao Doutor…

    Responder

  • Edson

    dezembro 27, 2013 #95 Author

    Pra ser sincero gostei e muito do especial, o Doutor que encontrou finalmente um lugar que precisava defender sempre. O impasse, a pergunta, o doutor lutando ao lado do Silêncio. Tudo foi muito bem escolhido.

    A ajuda vinda do sue planeta natal finalmente… bem, gostei muito, só fiquei decepcionado com o erro no fim (O Doutor mentiu no campo de verdade), e porque queria ver um pouco mais de capaldi em ação…

    E quanto a regeneração usada para derrubar as naves, bem, não era uma regeneração comum, a energia enviada veio pela fenda e foi dada por Gallifrey, pode ser mais forte do que o esperado não? Quem sabe mais 13 regenerações?

    Tudo depende do que vem por aí..

    Responder

  • Larissa

    dezembro 27, 2013 #96 Author

    Concordo que foi um episodio corrido e pode se dizer um pouco mau explicado, mas uma cena que eu acho que não podia ter mais nem menos foi o final que não sei dizer qual parte foi melhor se foi com o Doctor joga a gravata-borboleta ou quando ele reencontra a sua querida Amy Pond.

    P.S.: Depois que o Moffat anunciou que não teria mais episodios duplos parece que ele não quer prolongar as explicações explicando no meio da temporada e sim já tentar explicar tudo no mesmo episodio fazendo com que os episodios fiquem corridos e mal explicados.

    Responder

    • Thayse

      dezembro 28, 2013 #97 Author

      Ahhh… Saudade dos episódios duplos..

      Responder

  • Mateus

    dezembro 27, 2013 #98 Author

    “A breve participação dos Time Lords de Gallifrey, que deram ao Doctor um novo ciclo de regenerações…”

    Eu vi mais gente interpretando isso da mesma forma que tu interpretou, mas será que só eu penso que ele foi presenteado com só uma nova regeneração? E que essa regeneração pode ter sido ‘roubada’ do Master naquela Gallifrey do outro universo para então ele voltar para uma vingança gerando um baita season finale?

    é um ponto que poderia ser explorado, trazer Gallifrey de volta, com os efeitos visuais modernos, pode ser muito legal!

    Responder

    • Matheus Carvalho

      dezembro 27, 2013 #99 Author

      A base pra falar que foi um novo ciclo está numa fala do próprio Doctor…Mas não é improvável que isso aconteça…O tempo dirá.

      Responder

  • Zignd

    dezembro 27, 2013 #100 Author

    Por que o The Tozz não vai mais legendar Doctor Who?

    Responder

    • Matheus Carvalho

      dezembro 27, 2013 #101 Author

      Razões pessoais, cansou da vida de legender, resolveu dedicar o tempo a outras coisas? Não sei.

      Responder

  • Taiko Aranha

    dezembro 27, 2013 #102 Author

    Eu também achei muito corrido, e também achei a mudança de aparência muito rápido, eu entendo porque foi tão rápido, pois a regeneração já estava ocorrendo faz tempo, mas eu queria que demorasse um pouquinho mais, sobre a velhice, também não sei se eu gostei ou não,e isso me fez pensar o mesmo que a janine lá em cima, sobre o quarto Doutor no especial de 50 anos. E, acho que o final, dele aparentemente não reconhecer Clara (eu acho que ele reconheceu, só estava um pouco assustado) e não saber pilotar a TARDIS, é consequência da nova regeneração, já que é uma regeneração que quebrou as regras.

    Responder

  • Guilherme

    dezembro 27, 2013 #103 Author

    Matheus, o a equipe do The Tozz vai continuar traduzindo e só ele sai, ou eles não vão mais traduzir????

    Responder

  • Rodrigo Santiago

    dezembro 27, 2013 #105 Author

    Minha opinião: Os três episódios foram ‘bons’. Muita gente reclama por não ter muitas explicações e ser tudo muito confuso, mais eu acho que é assim que deve ser, a confusão gera o desejo de descobrir, o que faz ‘doctor who’ sempre ser apreensivo, e ter descobertas explosivas. RECUPERAR GALLIFREY, só no final da série mesmo, que não está nada perto. E a regeneração do doutor sempre é louca, instável, ninguém sabe como é, pode demorar anos ou segundos.
    Mais eu achei the time melhor que the day.

    Responder

  • Taiko Aranha

    dezembro 27, 2013 #106 Author

    Tenho algumas perguntas, quantas regenerações os Senhores do Tempo deram ao Doutor? E, se o Doutor sabia que essa era sua última regeneração, como ele ameaçou se regenerar algumas vezes durante suas temporadas?

    Responder

    • Matheus Carvalho

      dezembro 28, 2013 #107 Author

      Deram um ciclo novo, ou seja, 12 regenerações. Taiko, você acabou de tocar num ponto fraco do plot. O Moffat provavelmente decidiu empurrar esse plot goela abaixo logo agora.

      Responder

    • Gabriel

      dezembro 29, 2013 #108 Author

      Ao meu ver, quando o Doctor começou a se regenerar na praia na 6ª temporada, na verdade, foi o Tesselecta fingindo uma falsa regeneração..

      O Doctor nunca esteve naquela praia, não sendo morto pela River.. Foi o Tesselecta, então por isso ele começou a se regenerar..

      Bom, essa é minha opinião! Acho que o Moffat, nessa jogada de colocar o Tesselecta para ser morto pela River, acabou se safando desse furo..

      Responder

  • André

    dezembro 27, 2013 #109 Author

    Eu também achei bem fraquinho mesmo, talvez muita gente ache que não foi porque é o Matt, ele é o queridinho da maioria dos fãs.
    Faltou estória, sobrou firúlas, faltou diálogos bacanas… Até mesmo o discurso final eu achei fraquinho… Bom até, emocionante quando a Amy apareceu, mas fraco… É o que eu acho.

    Responder

  • H. M. Alves

    dezembro 27, 2013 #110 Author

    a regeneração foi poderosa pois ela foi dada como nova vida ao doctor pelos time lords, não é uma regeneração comum é uma regeneração de ser e não de vida. mas em resto concordo

    Responder

  • Thiago [T.World]

    dezembro 27, 2013 #111 Author

    Quando o Nono absorveu o poder de Bad Wolf para salvar a Rose, ou mesmo a sequência quando o Décimo passou mais da metade do seu primeiro episódio apenas dormindo, essa Regeneração fez sentido.

    Quando o Décimo lutou contra o Mestre e ao mesmo tempo contra Rassilon, e no final acabou envenenado para salvar o avô da Donna, essa Regeneração fez sentido.

    Mas, velhice? Ah, sei lá! O Matt merecia mais. As cenas da Regeneração foram ótimas, e a explosão da nave Dalek fez todo aqui em casa dizer “Uau!”, mas no final das contas, foi um episódio perdido. A história, e não a atuação, que fique bem claro, é que ficou falha. O enredo inicial é empolgante, mas o restante do episódio é como uma coleção de recordações dos últimos 3 anos, sem se preocupar com o que está acontecendo no presente: por favor, supostamente um cerco com centenas de naves inimigas deveria ser bem mais emocionante.

    Eu só tenho mais uma pergunta, que puder responder me ajude, porque eu ainda estou boiando: o Doctor envelhece 600 anos durante o Cerco a Trenzalore e a Tasha continua igual. Como assim?

    Comparado com os episódios os dois episódios anteriores: The Name of the Doctor e The Day of the Doctor, com certeza o Matt Smith merecia uma história melhor!

    Responder

    • Gabriel R. Santos

      janeiro 25, 2014 #112 Author

      O Doutor faz um comentário no meio do episódio que explica a razão, mas eu não me lembro agora.

      Responder

    • João das Neves

      fevereiro 12, 2014 #113 Author

      Pelo que eu sei, a Tasha morreu e foi possuída pela tecnologia Dalek, aquela que faz aparecer um troço/olho na testa, por isso não mudou de aparência.

      Responder

  • Evandro

    dezembro 27, 2013 #114 Author

    Pessoal. Alguém reparou no anel que a velhinha estava usando na casa da Clara, não é o mesmo que esta com a Amy no final?
    E essa Tasha Lem. Um maiframe? psicopata? Não seria a versão futura River?

    Responder

    • Gabriel

      dezembro 29, 2013 #115 Author

      Como pode ser versão futura da River, se a River está morta?
      Não tem como ela se regenerar pra Tasha Lem, e depois voltar pra River Song, pra morrer na biblioteca..

      Responder

  • Caio Mesquita

    dezembro 27, 2013 #116 Author

    Concordo e acho desnessesario o doctor passar 300 anos em Trenzalone,o seu envelhecimento é desnessesario,assim como “os 200 anos de luto por Amy pond e Rory”.
    e o Tumulo em Trenzalone tinha a TARDIS enorme se auto-consumindo,por isso pode ser realmente a TARDIS e realmente o tumulo do doctor,porem o tempo mudou e isso nunca vai aconteçer e o tumulo do doctor nunca será em Trenzalone na minha opnião!

    Responder

  • Turkinho

    dezembro 28, 2013 #117 Author

    Confesso que fiquei decepcionado com o episódio após tanta expectativa. Demorei para entender o que estava acontecendo, com muitas narrativas difusas e sequências aparentemente desconexas. O clímax da regeneração foi o pior possível. Minha reação ao terminar de assistir: “uma hora inteira para isso?”. Season Finale ofuscado pelo brilho do episódio anterior, na minha opinião.

    Responder

  • Thiago Islanderson

    dezembro 28, 2013 #118 Author

    Por mais que eu tenha gostado do The Time of the Doctor, eu achei que ele foi muito inferior ao que eu estava esperando. Como Moffat prometeu amarrar todas as pontas soltas do 11º, eu esperava um episódio incrível, o melhor do 11º. Eu tive que rever o episódio para perceber o fechamento dessas pontas soltas da era do 11º, que foi feitas em lembranças e diálogos rápidos, que eu quase não notei. E eu também achei o episódio corrido, com partes bem desnecessárias. Mas sim, eu gostei da cena dos Anjos, eu sei que ela, na minha opinião, não acrescentou nada de importante, mas eu amei e é uma das minhas preferidas. Talvez porque eles são os meus vilões preferidos 😉
    Amei a volta da rachadura. Confesso que eu comecei a assistir Doctor Who da 5ª temporada, e era ela que me segurou durante toda a temporada.

    P.S.: SPOILERS:
    Eu só vi a resposta para o que tinha no quarto do Doutor e porque a TARDIS explodiu. E também o porque do “Silence will fall”.

    Responder

  • pedro pacheco

    dezembro 28, 2013 #119 Author

    esse episódio me fez pensar. ao longo de suas regenerações o doctor foi ficando cada vez mais jovem e agora que ele recebeu mais doze regenerações ele voltou a ter idade avançada. será que ficar cada vez mais jovem é normal para os time lords? será então que o doctor não soube pilotar a tardis por que ele começou de novo? e o doctor que quase morre na praia do silencio na 6a temporada diz que tem 1200 anos mas o doctor que é convidado para assistir diz que tem 900 anos e eles paracem ter a mesma idade, porém o doctor fica incrívelmente idoso sem a tardis em 300 anos. será que é a tardis que controla a aparência do doctor?

    Responder

    • Matheus Carvalho

      dezembro 28, 2013 #120 Author

      Ele não fica cada vez mais novo…Isso só ocorre do 7º pro 8º, do 9 pro 10º e sucessivamente pro 11º e do 4º pro 5º, de forma mais expressiva.

      Responder

  • Gustavo Monlevad

    dezembro 28, 2013 #121 Author

    Não gostei da decisão de colocar a rachadura no quarto do Doctor em The God Complex. Se me lembro bem, ele abre a porta e diz “Of Course, Who Else?”. Quando o John Hurt apareceu como War Doctor eu logo pensei: “CLARO! Agora o quarto 11 faz todo sentido! Era o John Hurt lá dentro, a pessoa que mais causaria impacto dramático no Doctor! Ele mesmo na época da Time War!”. Mas quando colocaram a rachadura(uma plot que naquele ponto já havia sido resolvida), eles estragaram tudo. O “Who Else?” perdeu o sentido, o fato de a rachadura estar lá não fazia sentido na época(uma vez que esta já havia sido fechada pelo Doctor, que só a redescobre aberta em The Time of the Doctor) e toda a dramaticidade que poderia ser construída se perde. Não precisava nem MOSTRAR essa cena como flashback, que deixasse isso implícito na cabeça dos fãs. Acho que foi uma bola fora gigantesca do Moffat nesse especial, ele queria juntar tudo da era do Matt Smith em um episódio épico só e acabou pecando pelo excesso.
    Bem, essa é só a minha opinião.

    Responder

  • Edu Lima Costa

    dezembro 28, 2013 #122 Author

    ep ilario em auguras partes como a parte que ele estava sem roupa e que so a clara estava vendo e no final também quando disse que nao sabia pilotar a tardis esse capitulo foi meio estranho tabem

    Responder

  • Edu Lima Costa

    dezembro 28, 2013 #123 Author

    mais uma coisa só percebi que ele já tinha esgotado as regenerações quando o doctor disse, tinha me esquecido que o 10 regenerou 2 vezes e nao sabia que o do 8.5 (ou 8 não entendi isso direito) valia como regeneração

    Responder

  • Bruno

    dezembro 28, 2013 #124 Author

    ‘Primeira vez que fico decepcionado com o Moffat e não consigo achar uma justificativa plausível para isso.’

    Reveja o The Day of Doctor. Acredito que este tenha sido o motivo: contenção de gastos. Uma batalha daquela proporção, por mais legal que fosse de ver, seria um exagero de gastos e não mudariam o resultado final do episódio.

    Afinal, acima de cenas épicas e batalhas alucinantes, o episódio era uma despedida de uma Era. E isso o Moffat conseguiu realizar com maestria.

    Eu crítico, sim, a decisão do Moffat de abolir os episódios duplos. The Time of Doctor facilmente poderia ter sido dividido, a primeira parte abordando o cerco em Trenzalore, e a segunda a guerra em si (caso alguém tenha ficado confuso, a guerra iniciou apenas após a morte de Handles, quando o Doctor e a Clara foram chamados pela Tasha que já havia sido morta pelos Daleks).

    Ainda assim, devido ao grande número de informações e a necessidade de poupar gastos, evitando batalhas espalhafatosas, Moffat volta a manter a coerência sobre aquilo que ele acredita ser Doctor Who: a história das companions. Durante todo o episódio, nós acompanhamos a timeline de Clara, onde há uma inversão dos papéis, ela pegando o caminho curto, enquanto o Doctor ia pelo caminho longo. Dessa forma, é de fácil entendimento o porquê de termos ‘perdido’ as batalhas.

    Enfim, para mim foi um ótimo episódio. Algumas falhas, claro, e inferior ao especial de 50 anos (nem seria possível fazer algo melhor), mas completamente fantástico e digno da grandiosidade da Era Matt Smith.

    Obs.: energia de regeneração sendo usada como forma destrutiva foi criação de Russell, quando o querido 10th destruiu a própria Tardis com ela.

    Obs².: apenas uma crítica construtiva para as próximas reviews. Elas poderiam conter um pouco mais de emoção e sentimento, afinal, brincar com nossos corações é o que DW faz de melhor. Entendo que não tenha gostado do episódio, mas, na minha opinião, reviews frias dessa maneira não chamam tanto a atenção. 🙂

    Responder

  • Nicole

    dezembro 28, 2013 #125 Author

    Gostei bastante das temporadas do Moffat mas realmente não gostei muito desse episódio e não sei explicar exatamente o porque, amei a era Matt Smith, foi ele q me fez gostar de DW mas uma coisa eu não entendi, o pq da aparição do Matt em An Adventure in Space and Time, tá ele era o doctor no tempo quando estreou o especial mas sei lá não fez muito sentido, alguém pode me explicar o pq disso??

    Responder

  • Anderson Dos Santos

    dezembro 28, 2013 #126 Author

    Eu adorei o episodio. Achei divertido :3

    Responder

  • Gabriel

    dezembro 29, 2013 #127 Author

    Bom, esse episódio é equilibrado entre ótimo e ruim. Sei lá, Moffat se perdeu em plots importantes para a trama, pra se forcar em plots mais sem necessidade, como os Oswalds.

    Todo o plot da Igreja do Mainframe Papal, e ela acabar se tornando a Igreja do Silencio foi Sensacional, amei a Tasha Lem, o sotaque dela, queria que ela voltasse.. O porquê O Silêncio devia cair, que foi ressoado nas 5ª e 6ª temporada foi tão bem amarrado, que fiquei de boca aberta. Tiro o meu chapéu pro Moffat nisso!

    Adorei a explicação de quem explodiu a Tardis, mas meio que broxei quando vi a rachadura na sala do “The God Complex”, esperava o Valeyard ahahahaha

    Daleks, Cybermen, Sontarans, Weeping Angels todos mal desenvolvidos nesse episódio, infelizmente.

    Quando enfim o Doctor ganha seu novo ciclo de regeneração, já comecei a chorar, e me preparar pra regeneração! Mas concordo com você Matheus, Doctor destruindo da Dalek-ship com a energia de regeneração foi tão Moffáticamente horrivel, que fiquei com raiva..

    Esperava que o 11th morresse de outra forma, mas morrer de velhice, ele parecendo muito com meu querido Bill Hartnell, meio que me fez voltar à era do 1st Doctor, com muita nostalgia.

    Eu não estava preparado para a regeneração, e tocando “Wake up” de The Rings of Akhaten, só me fez chorar mais. Mas quando vi Amy Pond descendo as escadas da Tardis, e finalizando com “Raggedy man, Good night!” destruiu meu mundo, me deixou sem chão! Eu ainda estou desestabilizado, depressivo pela saída do meu querido 11th <3, e pela participação da Karen <3. E confesso que, naquele momento todo, nem prestei atenção no Capaldi, mas não tenho dúvidas, ele será maravilhoso!

    Foi um bom episódio, mas poderia ter sido melhor.. E ótima resenha Matheus!

    Responder

  • Ed

    dezembro 29, 2013 #128 Author

    Também achei o episódio meio corrido demais. O Moffat quis colocar todos os finais dos mistérios das três temporadas passadas e de outras que estão por vir em um único episódio de uma hora de duração e não deu outra: fiquei um pouco desorientado. Ótima trilha musical e diversos momentos que me fez relembrar diversas “Marcas Registradas” do 11ºDoctor. A dança da Girafa bêbada, seus discursos longos e cheios de vida, seu lado criança e principalmente as “Tirinhas de peixe com creme”.
    Não sou um perito em Doctor Who, mas sou um fan que acompanha a série faz pouco tempo, desde que comecou a ser exibida na TV Cultura, mas que se apaixonou por ela desde o primeiro episódio que vi. Neste último episódio, acho que o Moffat deixou muitas coisas no ar e quero falar sobre o que observei:
    1ºPonto: Em “The Name of the Doctor” a Grande Inteligência diz que o Doutor não poderá mentir quando estiver em Tranzalore. Bom, vimos que dizia respeito ao “Campo da Vedade” emitido pela rachadura na parede em “The Time of the Doctor”. Ok, mas ela também cita que a guerra onde o doutor morreu, que não é a guerra do tempo – e que sabemos que foi o cerco à Tranzalore “foi demais para um velho homem suportar”, ou seja, todos acham que o Doutor morreu ao derrubar a nave Dalek e por isso o cemitério onde o doutor estava enterrado? Ou será que isso marca o fim (ao menos parcialmente) de uma era de regeneração de Senhores do Tempo bonzinhos?
    2ºPonto: Tudo bem que o Doutor salvou Gallifrey em “The Day of the Doctor” os Senhores do Tempo deve muito ao Timelord e que o mínimo que eles poderiam fazer é dar uma chance de fazer o Doutor se regenerar, pois devem suas vidas a ele,  mas ao menos na Nova Série nunca vimos os Timelords serem bonzinhos e me intriga muito eles voltarem em paz. Não seria essa regeneração um presente de grego?
    3ºPonto: A Grande Inteligência também diz que ele terá outros nomes antes do fim e que um deles seria o Valeyard e sabemos que isso deve ocorrer entre a décima segunda e a encarnação final do Doutor, então esse não seria um bom momento?
    4ºPonto: À beira da regeneração, o 11ºDoctor faz um discurso de que não esqueceria em nenhum momento de tudo o que ele viveu e de quando ele era o Doutor, tudo bem que pode ser um discurso de despedida e lição de vida para o próprio Matt Smith, mas o mais estranho é que depois de um baita discurso desse eke se esquecer de quem era a Clara e como pilotar a TARDIS. Em pouco tempo de série, eu nunca vi o Doutor se esquecer de como se pilotar a TARDIS ou de alguma Companion. Será que ele se esqueceu de que era o Doutor e agora Clara terá que relembrá-lo?
    5ºPonto: Como River Song sabia sobre Tranzalore no episódio “The Name of the Doctor”? E como Tisha sabia pilotar a TARDIS? Quando Clara faz essa pergunta, Tisha diz que pilotar a TARDIS sempre foi fácil, mas que nunca conseguira domar o Doutor, como se já o conhecesse à muito tempo. Além disso ela possui o mesmo jeito ousado de River Song e, quando ela diz que não pode lutar contra a transformação Dalek, o Doutor diz que ela sempre lutou contra o psicopata que havia dentro dela a vida toda. E quem mais notou o tapa na cara dele dado por ela e o nome de River song citado durante a conversa dos dois? Acho que ainda teremos notícias de River Song na próxima temporada. Talvez como Tisha ou como River, ou de algum jeito, como outra encarnação.
    Apesar dos prós e dos contras apresentados pelo nosso amigo Matheus, dos quais concordo, “The Time of The Doctor” deixou várias interrogações que serão respondidas na próxima temporada, as quais estou bastante ancioso para descobrir.

    Responder

  • REBT

    dezembro 30, 2013 #129 Author

    Uma coisa q me incomoda nesse especial, é a Oswald como companion do doctor. Depois da última temporada quando descobrimos que ela esteve em todas as encarnações (e mais, agora ela se lembra disso!), pareceu ao menos pra mim que ela seria uma companion especial q sabe de muitas coisas sobre o doctor e que teríamos uma dinâmica diferente entre eles.
    Mas não, nesse filme ela parece se fazer de idiota, nem parecia saber das regenerações q o doctor já fez e nem parecia que ela já viveu em Galifrey (logo sabendo das particularidades dos time lords)

    Responder

  • Any

    dezembro 30, 2013 #130 Author

    Não foi o melhor episódio, especialmente considerando os últimos da temporada e os últimos especiais de natais que foram incríveis ( embora o do snowman fosse meio estranho. Eu esperava uma despedida mais digna pro meu doctor favorito, mas ele teve 3 temporadas impecáveis com ótimos momentos ( como esquecer Vicent and the doctor)
    Amei a referência à Amy, sua companior por duas temporadas e meia das três que ficou. Era Pond deixou saudades.
    Amei os pontos cômicos do episódio: o doctor pelado na frente da família Oswald e o doctor careca, o que foi aquele doctor careca??? ri muito.
    Matt Smith, estou com saudades. Capaldi, seja bem vindo e aprenda a pilotar a Tardis.

    Responder

  • Victor Maximo

    dezembro 30, 2013 #131 Author

    Primeiro episódio em que eu chorei assistindo às série, e como eu chorei(!). Lágrimas começaram a escapar a partir do momento em que Clara se encontra com o Doctor 300 anos depois. Ao fim do episódio, quando ocorre a regeneração, quando ele vê Amy Pond, eu estava acabado. Chorei como um bebê, solucei, tive dificuldade para respirar. Estava tão emocionado, que não consegui ver muitos defeitos no episódio. Apenas achei desnecessário ele envelhecer, “morrer” de velhice e que o episódio foi sim, bem paradinho.
    Bom, mas lembremos das coisas boas, são elas as que importam. Sempre terei um lugar especial no meu coração para o inesquecível 11º e sua companheira Amy Pond, meus favoritos. Matt foi perfeito e me faltam palavras para descrever sua passagem pela série.

    Responder

  • R

    dezembro 30, 2013 #132 Author

    Vi especulações que a avó da Clara é a Amy, mesmo anel, fala de um grande homem e tudo. Sera????

    Responder

    • Filipe Pacheco

      janeiro 4, 2014 #133 Author

      Nope. A Amy tem um filho, então o nome da Clara teria que ser Clara WILLIAMS para a Amy ser a avó dela. (se ela tivesse uma filha ainda dava maaaaas… Além de que ela já morreu no Angels in Manhattan)

      Responder

  • Daniel Moreira Soares

    dezembro 31, 2013 #134 Author

    Galera, vamo lá também né… Se coloquem no lugar do escritor!

    Ele tinha que explicar, o Silêncio, Trenzalore, as rachaduras no tempo, A Tardis Explodindo, e tudo que aconteceu nas últimas 3 temporadas. E ele explicou tudo numa tacada só!

    Dá pra criticar a direção do episódio, e os plots desnecessários, mas a habilidade de escrever do Steven Moffat é inegável. O cara é um gênio!

    Responder

    • Gustavo Lander

      janeiro 6, 2014 #135 Author

      discordo completamente Daniel.

      “Se colocar no lugar do escritor” é complicado.

      SE ele tivesse pego uma bucha andando, algo que outras pessoas escreveram e ele tivesse que inventar uma resolução, seria uma coisa.

      Mas esse é justamente o maior problema do Moffat. ele adora criar problemas que ele NÃO SABE COMO SAIR. e ai, o que acontece é simples. ele inventa alguma coisa absurda e sem sentido e joga na nossa cara e whatever. fica por isso mesmo. ele teve anos pra explicar isso tudo e quis explicar correndo em 60 minutos. a série não acabou. não precisavam fechar os arcos, era só deixar o capaldi lidar com alguns problemas.

      e sinceramente não entendi. se o silêncio eram padres, por que quase destruiram tudo da outra vez e eram os inimigos?

      Responder

  • Jefferson M

    dezembro 31, 2013 #136 Author

    Concordo com tudo que o Matheus disse, esse episódio para mim foi, em comparação com outros meio fraco, pois as cenas foram corridas, sem muitas explicações, algumas ações foram cortadas e abreviadas e não gostei de como doctor se regenerou no final, foi muito rápido mal pisquei e ele já se regenerou, não foi digno de doctor who.
    Algumas cenas relembram ou nos induz a pensar no passado, por exemplo, o doctor velho parecer com o William Hartnell, a avó de Clara nos induzir a pensar que poderia ser Amy, entre outras coisas.
    Mas o que também não engulo foi o fato de a regeneração ser usada como arma para acabar com a luta do episódio.
    Ou seja, alguns momentos foram dignos de doctor who outros foram uma vergonha para a série.
    Também tive essa decepção com Moffat. Mas com a carga de nova regeneração concedida pelos Times Lords deu um fôlego para a série.
    Colegas conversamos por ai, como Matt diria Gerônimoooooooo!!!!!!

    Responder

  • Letícia m.

    janeiro 1, 2014 #137 Author

    Como vou sentir falta do Matt!!! Chorei muito com esse episódio… chorei por causa da Clara que sofreu de sacanagem dupla, chorei de dó do Barnabé rs porque achei que o Doctor tava mentindo para ele, chorei por causa da morte do Wilson estilo Who (aka Handles)…
    E do início da regeneração propriamente dita não parei mais… de chorar.
    Quando eu pensei vou assistir o Especial,eu pensei vou ver o último episódio do MATT, então… pra mim foi maravilhoso claro com pequenas falhas, mas ainda assim. Eu queria emoção, referências e nostalgia… queria River Song e ela ao menos foi mencionada e pelo próprio 11th,eu tive o que eu queria 🙂
    Mas além de chorar eu ri bastante, aquela avó da Clara querendo jogar Twister e toda tarada pra cima do 11th, a interpretação do Matt tava super divertida, a dança da girafa bêbada me emocionou pra caramba, a interpretação do Matt e da Jenna Brilhante!!!!!!!
    Geronimooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo NEVER FORGET S2 S2

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    • Luiza

      abril 2, 2014 #138 Author

      Eu tbm queria muito a River, mas não deu =(…

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  • Augusto

    janeiro 2, 2014 #139 Author

    Não tinha me tocado na hora, mas não tinha sentido o 11º ficar achando que era a última regeneração dele sendo que o 12º apareceu no The Day of The Doctor. Talvez a desculpa seja que ele não viu o Capaldi durante a batalha, o que eu acho pouco provável.

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  • Guilherme

    janeiro 2, 2014 #140 Author

    Tá mais depois de ter envelhecido tudo aquilo em tranzalore ele agora tem quantos anos? 1300?1500? 900 não é mais né.

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  • Gustavo Lander

    janeiro 6, 2014 #142 Author

    Eu odiei o episódio. Fico triste do Moffat continuar a frente de Doctor Who. ele estragou tanta coisa, mas tanta coisa, e arruma sempre respostas tão estapafúrdias pros problemas que cria, que me enche o saco e quase penso em largar a série enquanto ele for o showman.

    Esse episódio foi parecido. Alias realmente muito sem sentido envelhecer o doctor, e depois ele regenerar com a mesma cara de criança, e do nada o rosto mudar. foi sem sentido.

    Sem sentido também, foi ele falar que seria um inferno trazer os time lords de volta. foi ele ficar na dúvida se trazia os caras ou não. foi a gente ter cansado de ler e ver que o doctor nunca foi bem visto pelos time lords e de repente, por amor, eles dão uma nova regeneração pro doutor.

    Sinceramente eu esperava uma explicação melhor. qualquer coisa. fora que realmente o doc ficar 300 anos sem bolar um plano foi beeeem sem sentido.

    sei lá. no geral tudo foi bem ruim. sem dúvidas o melhor especial pra mim deste ano foi an adventure in space and time.

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  • Sonic Laptop

    janeiro 7, 2014 #143 Author

    Alguem viu o desenho da Racnoss contra o 10 na cabana do Doctor, na parte que a Clara volta e encontra o Doctor sentado.

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  • Sérgio Martins

    janeiro 13, 2014 #144 Author

    O episodio pode ter momentos bons e ruins, mas independente de qualquer erro ou acerto, valeu absurdamente por conta dos 5 minutos finais. A atuação do Matt foi maravilhosa, a melhor que eu ja tinha visto até agora, o discurso final do doutor foi espetacular, e completamente cheio de duplo sentido, na verdade se vocês assistirem de novo, vão reparar que é muito mais uma despedida do Matt como ator da série, do que uma despedida do doutor em si. Uma despedida que ainda me faz chorar cada vez que assisto. E o aparecimento da Amy, mesmo como uma alucinação, foi uma maravilhosa surpresa. E ainda, a trilha sonora tocando “Wake Up” de “The Rings of Akhaten” foi absolutamente estupenda e fez todo o sentido.

    “Todos nós mudamos… quando você pensa sobre isso. Somos diferentes pessoas durante nossas vidas. E tudo bem, está bom, temos que continuar mudando, desde que nos lembremos das pessoas que éramos. Não esquecerei uma linha disso. Nem um único dia. Eu juro. Sempre lembrarei quando o Doutor era eu.”

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  • Aniere

    março 9, 2014 #145 Author

    Concordo com muitos apontamentos de problemas, porém a cena final da regeneração me faz esquecer tudo e focar na experiência das últimas temporadas.
    O Doctor vai falando e a música ao fundo vai suavemente embalando tudo para o ápice de forma tão perfeita ao ponto de que quando vejo a mão da Amy no corrimão as lágrimas simplesmente fluem imediatamente. Já assisti esta cena seguidas vezes, ou em espaço de alguns dias para ver se o efeito das lágrimas passa ou diminui, porém simplesmente não acontece. Choro no exato momento todas as vezes, é muito forte sentimentalmente pois foi uma construção bela do início ao “Good night”. No espaço de alguns segundos você mentaliza desde o Doctor fazendo a pequena Amy cozinhar pra ele de madrugada até a adulta Amy desaparecendo diante dos nossos olhos. São muitas aventuras e emoções sendo lembradas de uma vez só, temos que exteriorizar de alguma forma, acho que é por isso que quando é evocada a Amy fluem as lágrimas.
    Foi uma cena perfeita e tocante, para mim ela compensa o que quer que tenha sido feito anteriormente no episódio. Na verdade ela meio que apaga tudo, pois não consigo pensar em nada do que aconteceu neste episódio antes, só vejo o rosto do 11º e lembro de todos os bons momentos de sua fase.
    O episódio valeu só por essa regeneração.

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  • whovian

    abril 13, 2014 #146 Author

    foi muito legal a Amy dar um adeus ao 11° doctor amei esse episódio só achei engraçado pelo fato do doctor usar peruca.

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  • Cristiana Sbardella

    fevereiro 20, 2015 #147 Author

    Sei lá… O 11º Doctor eu até acho legal, mas eu simplesmente não consegui simpatizar com ele como eu simpatizava com o 9º e o 10º.

    Me incomoda um pouco o fato de ele se comportar feito uma criança de 4 anos durante a maior parte do tempo. Às vezes ele parece mais uma “fada madrinha” do que um Doctor, com toda aquela história de “amigo imaginário”, “basta desejar e eu estarei lá!”…

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  • Thalyta

    fevereiro 2, 2016 #148 Author

    Eu adorei esse ep. Concordo que foi corrido, mas eu consegui acompanhar muito bem e choro sempre que reassisto a cena de regeneração, o Doctor tirando a gravata foi um baque no meu coração e ele vendo a Amy mostra o qnt ele sente falta da sua sogra e como de fato ela ficou marcada nos corações dele. ❤️❤️

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