Como vários de vocês devem saber, há algum tempo atrás, no longínquo ano de 2007, Russel T. Davies trocou e-mails com Benjamin Cook, um...

Como vários de vocês devem saber, há algum tempo atrás, no longínquo ano de 2007, Russel T. Davies trocou e-mails com Benjamin Cook, um jornalista da Doctor Who Magazine (revista oficial da série britânica), a fim de criar uma série de reportagens para a revista detalhando o processo de criação de vários episódios.

Feliz ou infelizmente, esta troca de e-mails se tornou algo muito grande, o que fez com que a ideia de uma série de reportagens fosse riscada em favor de um livro com o mesmo conteúdo. Então, em 2008, foi lançado The Writer’s Tale (“O Conto de um Escritor” em tradução livre).

Após isso apareceu ainda o fim da produção da quarta temporada, além dos especiais de 2009, que fecharam a participação de Russel T Davies como produtor e escritor-chefe da série. Mas o fato do livro já ter sido lançado não impediu a troca de e-mails de continuar, desta vez falando sobre todos os episódios que não foram cobertos na primeira edição. Então, no início deste ano, foi lançada a segunda edição, The Writer’s Tale – The Final Chapter (“O Conto de um Escritor – O Último Capítulo”), contendo tudo o que foi falado na primeira edição além de cerca de 300 páginas de conteúdo novo.

E é exatamente isto que estamos disponibilizando aqui, para vocês.

O livro é muito extenso (378 páginas no Adobe Reader, sendo a maioria delas equivalente a duas páginas do livro material, totalizando mais de 700 páginas), portanto a tradução dele seria muito complicada e, infelizmente, não há planos para tal por enquanto. Caso algum fã queira fazer a tradução por si e nos repassar, ficaríamos muito gratos e felizes em adicionar a versão na língua portuguesa. Segue o link da versão inglesa:

http://www.multiupload.com/GFZD2VIVDP

Universo Who

Publicações feitas por colaboradores que em algum momento fizeram parte da história deste site desde 2009, mas que não mais fazem parte do projeto.

  • Luana Barbosa

    dezembro 31, 2010 #1 Author

    Tô querendo comprar esse livro desde que soube da existência dele. Vou baixar para dar uma espiadinha, mas vou esperar para ler quando sobrar uma graninha e eu puder encomendar.
    Valeu pelo link 🙂

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  • Bianca Cavani

    dezembro 31, 2010 #2 Author

    Pois é, por aqui as tvs por assinatura não se interessaram sequer em transmitir decentemente DW (que eu saiba, People & Art transmitiu apenas 1 ou 2 temps); assim, e alguma editora publicar a tradução do livro em nosso mercado é algo aparentemente impossível. Então, thanks Lord, pelo link, e, como disse a Luana, também pretendo importar os livros.
    Uau, saber do processo de criação, dos bastidores (e das fofocas, é claro) da série não tem preço!

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    • Matheus Carvalho

      dezembro 31, 2010 #3 Author

      Só vi P&A exibir as duas primeiras também e olhe lá…

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      • Eddy

        dezembro 31, 2010 #4 Author

        Sem falar na propaganda sofrível para a primeira. Dublaram o Eccleston e a Billie com vozes ridículas na propaganda…

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  • Luiz

    dezembro 31, 2010 #5 Author

    Se alguém quiser eu posso procurar aqui nos EUA o livro…

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    • Eddy

      dezembro 31, 2010 #6 Author

      Em inglês já está no post. 🙂
      Acredito não haver mudanças entre os livros lançados na Europa e os lançados nos EUA.

      O problema seria traduzirmos para o português, é um trabalho muito extenso e cansativo.

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  • petraberg

    janeiro 1, 2011 #7 Author

    O quê? DW dublado?! No fucking way! Olha só, a voz, a entonação, o modo de acentuar uma palavra, tudo isso é interpretação, da mesma forma que os gestos, a expressão facial. Então, para apreciar devidamente o trabalho de um ator é preciso também ouvi-lo falar – mas isso é tão óbvio que me sinto até tola em dizer.
    Outra coisa, neste mundo globalizado precisamos estar em contato com outros idiomas, especialmente o inglês, a língua do Império Americano – isto é mais óbvio ainda, e me sinto tolíssima em dizê-lo.
    E para nós, apreciadores da cultura do UK, o prazer de ouvir um accent gaulês, londrino, escocês, etc., é incomparável…
    E essa besteira de dizer que a dublagem brasileira é a melhor do mundo, fala sério, alguém sabe falar alemão para dizer que a dublagem da Alemanha é pior que a do Brasil? Como, aliás, se faria essa análise para dizer que uma dublagem é melhor que a outra? Fala sério!
    Eu gostaria que DW (e outras muitas séries britânicas) fosse transmitido no Brasil, para que mais pessoas pudessem usufruir de histórias de qualidade, inovadoras, e conhecerem outra cultura, ampliar os horizontes, etc., mas se for para assistir a séries dubladas nem precisam se dar ao trabalho – continuem com a bloody Greys’s Anatomy e deixem os dowloaders viverem felizes para sempre.

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    • Eddy

      janeiro 1, 2011 #8 Author

      Quanto à Alemanha não posso dizer nada, mas a dublagem americana (de filmes estrangeiros e séries animadas japonesas) é bastante inferior à brasileira, já que nós a “praticamos” a algum tempo a mais que eles. Mas a dublagem nunca poderá ser perfeita, pois é uma voz em um idioma estrangeiro tentando se sobrepor à voz original com movimentos faciais completamente diferentes.

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      • petraberg

        janeiro 1, 2011 #9 Author

        Mas, Eddy, qual é o critério para julgar? O sincronismo da frase com os lábios? A tradução rigorosa do que é dito correspondendo ao tempo em que os lábios se mexem?
        (tenho de interromper agora o papo, porque aconteceu uma emergência. Até depois)

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        • Eddy

          janeiro 1, 2011 #10 Author

          Não sou nenhum especialista no assunto, mas eu julgo a partir da sincronia, tradução bem-feita (claro que precisa sofrer muito mais adaptações do que legendado, pois precisa estar em sincronia) e o quanto a voz combina com a personagem em questão. Como fã de animes, dou um exemplo nos animes: no anime Fullmetal Alchemist, na versão brasileira a voz para as personagens principais (Edward e Alphonse) combinou perfeitamente, o tom de voz remete à idade e personalidade deles, por outro lado, em Trinity Blood isto não ocorre, as vozes (das que eu ouvi, não assisti tudo dublado) não fazem uma “ligação” com as personagens, entende?

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  • petraberg

    janeiro 1, 2011 #11 Author

    Mas tem um aspecto nisso tudo que torna muito difícil dizer que uma dublagem é melhor que a outra, a saber, o aspecto cultural: para os brasileiros, uma voz parece mais adequada, enquanto para, digamos, os franceses, é um outro tom de voz o que melhor se enquadra. Isso porque diferentes culturas têm diferentes valores, diferentes gostos estéticos, etc.
    Na verdade, o meu ponto é que é muito difícil julgar se uma dublagem é melhor que outra, e desde sempre ouço essa história de que a brasileira é a melhor do mundo, o que me lembra aquela outra história de que a mulher brasileira é a mais bela do planeta, e coisas do gênero. Em uma palavra: patriotada.
    Quanto aos animes, não vá rir, mas eu quase que só assisti aos desenhos do Disney, Madagascar, Sherek (odiei o dublado e joguei o dvd pirata pela janela, pois não tinha a opção em inglês, rsrs) e Happy Feet.
    Mas, sei lá, também não sou nem remotamente uma especialista. Só gosto de refletir sobre as ideias tidas como inquestionáveis, porque, na maior parte das vezes, elas são bem questionáveis.

    => vou dar uma procurada nesses animes que você citou.

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    • Eddy

      janeiro 1, 2011 #12 Author

      Fullmetal Alchemist tem duas série: a original (Fullmetal Alchemist) só tem os primeiros episódios baseados no mangá original, o resto é uma história nova, depois tem o filme (Conqueror of Shamballa) que é continuação. Mais tarde veio outra série, Fullmetal Alchemist Brotherhood, que é mais fiel ao mangá. É o típico anime de brilhinhos e coisas inexplicáveis acontecendo, mas tem a diferença de seguir uma lei da Física (ao invés de quebrar todas as leis em uma só luta), a de conservação de massa.
      Trinity Blood você não vai gostar do final, eu acho. Não tem um final de verdade, foi baseado em livros japoneses de mesmo nome, mas o autor morreu antes de terminar e um amigo dele terminou no lugar. Acredito que o anime seja baseado só no original e não nesse fim por outra pessoa. Basicamente a história fala de uma espécia de vampiro chamada Kresnik que se alimenta do sangue dos vampiros “normais”.

      Enfim, vou parar de falar de animes aqui, um blog de Doctor Who, senão me arrancam o couro hahaha

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    • petraberg

      janeiro 1, 2011 #13 Author

      Eu estava procurando alguma coisa diferente para 2011, então já achei: animes. Começo já. Tks Eddy

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  • Lucia Winchester

    janeiro 1, 2011 #14 Author

    Dizem que a curiosidade matou o gato, mas alguém sabe de um link com um pedaço dessa versão dublada da série? Fiquei super curiosa… Não tinha nem ideia de que passava na P+A…

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    • Eddy

      janeiro 1, 2011 #15 Author

      Não há versão dublada. O que passava no People+Arts era legendado mesmo.

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  • Laivindil

    janeiro 3, 2011 #16 Author

    Eu comprei esse livro, é genial!!! Vale super a pena!!!

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