O IGN entrevistou Karen Gillan para falar de seu mais novo trabalho, “We’ll Take Manhattan”, e claro, falaram de Doctor Who. A atriz comentou...

Karen Gillan e Aneurin Barnard, protagonistas de "We'll Take Manhattan"

O IGN entrevistou Karen Gillan para falar de seu mais novo trabalho, “We’ll Take Manhattan”, e claro, falaram de Doctor Who. A atriz comentou sobre sua saída da série, sua decisão em fazê-lo, o que ela espera do fim, brinquedos de Amy Pond e da personagem em si. Aqui selecionamos as melhores perguntas (quase todas) feitas. Para ler na íntegra e em inglês, clique aqui.

IGN TV: Como você chegou a decisão de que a próxima temporada seria a sua última na série? 

Karen Gillan: Na verdade, eu liguei para o Steven Moffat e marquei um jantar e então lhe disse bruscamente quando queria sair. Ele me disse onde a estória estava e para onde estava indo e então juntos, chegamos a uma conclusão. Foi bastante agradável. Tivemos um jantar adorável e discutimos o que ambos queremos e o que vai acontecer, e então veio a decisão. Isso foi há muito tempo, eu já estou sabendo há muito tempo!

IGN: Por que você acha que já estava na hora de sair?

Gillan: Eu queria sair enquanto ainda estava em alta. Além disso, Steven Moffat sempre surge com ideias incríveis e sem fim, mas eu queria ter certeza que sairia com o personagem em seu apogeu. Há algo que me agrada nisso. Não sei… Só me pareceu certo! Gosto de seguir meu instinto.

IGN: Você não pode dizer em quantos mais episódios estará…

Gillan: Não me deixam dizer! Mas sei que eles serão muito bons.

IGN: Então, Steven te disse como Amy vai sair?

Gillan: Acho que é a melhor saída de todas, mas deus, estou morrendo para não dizer algo!

IGN: Há algo que você queira ver acontecendo quando estivermos perto da saída dela?

Gillan: Quero vê-la fazendo tudo o que quer, porque no começo, quando a conhecemos, ela estava atrás do que queria, entende? E estava numa fase meio perdida, de transição, onde não tinha uma vida estável. Eu quero vê-la tendo o que quer.

IGN: Já vimos companheiros de Doctor Who deixarem a série e depois fazerem participações especiais. Se tivesse a oportunidade, acha que faria isso?

Gillan: Eu realmente quero uma saída definitiva e então poder olhar pro passado e ver aquilo dessa forma. Não sei… Eu não quero tirar o tom da saída fazendo aparições no futuro. Gostaria que fosse o fim e que as pessoas se lembrassem as coisas dessa forma.

IGN: Você espera um final feliz para ela e Rory?

Gillan: Eu não faço ideia do que espero. Só sei que, seja lá o que eu espere, quando eu leio, é sempre melhor!

IGN: Você ainda não começou a filmar sua última temporada, então temos uma jornada de despedida começando agora. Como é para você começar a se preparar para chegar ao fim de seu tempo no programa?

Gillan: É muito estranho. Muito mesmo. Eu tinha 21 quando comecei nesse trabalho e não sabia no que eu estava entrando. E tudo enlouqueceu da noite pro dia. Era um redemoinho. Estou agora no outro extremo disso e me sinto como uma pessoa quase que diferente. E tive a melhor época da minha vida com esse emprego. Honestamente, tenho que dizer isso. Claro, é óbvio que ficarei triste em ir embora, estou deixando meus melhores amigos. Mas sabe, tudo chega a um fim natural e é nisso que o programa se baseia: Mudança. E você precisa aceitar isso.

IGN: Isso pode muito bem mudar depois que você filmar seus últimos episódios, mas há um episódio ou momento favorito de Amy Pond até agora?
Gillan: Oooh. Eu adoro “The Eleventh Hour.” Ocupa um lugar especial em meu coração porque foi meu primeiro episódio com Matt e eu adorei a introdução de Amy Pond. É uma de minhas coisas favoritas sobre ela, a vemos como uma criança e então ela é abandonada. Acho que isso é algo que as pessoas podem se identificar com o personagem – esse senso de abandono.É uma coisa comum. E é por isso que ela é um pouco estranha. Então sim, essa é minha estória favorita da Amy Pond.

IGN: Foi estranho quando você viu uma boneca da Amy pela primeira vez?

Gillan: Sim! É estranho ver uma boneca de você mesmo. [Risos] Estaria mentindo se dissesse que não. É muito estranho. E agora há muitas versões diferentes, o que é mais estranho ainda.

IGN: Você acha que vocês poderiam estar de novo na Comic Con de San Diego esse ano?

Gillan: Eu adoraria! Se houver um convite, eu aceitarei. Foi uma experiência fantástica. Tínhamos 4 mil pessoas com Sonic Screwdrivers. Com que frequência isso ocorre!? Então sim, se tivesse a opção, eu definitivamente iria.

IGN: O que você acha que ajudou Doctor Who a continuar existindo por tanto tempo?

Gillan: Realmente acho, falando novamente de minha saída, que é a reinveção, a mudança. É a mudança constante. Realmente acho que essa é a resposta para a longevidade. Se você olhar para — não sei, um exemplo totalmente diferente — mas Madonna, ela constantemente se reinventa, o que é a causa dela estar por aí há tanto tempo. E vejo sendo o mesmo conceito. É simplesmente, se reinventar.

 

Essa semana, foi confirmado que a atriz também estará na Doctor Who Convention, convenção oficial da série que ocorrerá em Cardiff esse ano.

 

Universo Who

Publicações feitas por colaboradores que em algum momento fizeram parte da história deste site desde 2009, mas que não mais fazem parte do projeto.

No comments so far.

Be first to leave comment below.

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *